April 20, 2016

Um passo significativo


Um homem que ficou tetraplégico mexeu pela primeira vez a mão enquanto pensava em mexer a mão. Os cientistas usaram um implante, um computador e uma manga de estímulos elétricos para fazer o bypass entre o cérebro e os músculos.

Todos os dias fazemos coisas muito simples que para alguém que ficou paralisado são absolutamente impossíveis. Gestos como pegar num copo, calçar os sapatos, desabotoar um botão, utilizar um cartão para fazer um pagamento multibanco, são exemplos de ações que temos como garantidas. Há seis anos, Ian Burkhart, teve um acidente nas férias que o deixou tetraplégico. Ian tem 24 anos e passou os últimos muitos meses envolvido num projeto que permitiu que recuperasse alguns dos gestos mais simples da mão e que faziam parte da sua vida. 

Estamos a mostrar pela primeira vez que um tetraplégico é capaz de melhorar a sua função motora e movimentos da mão, diz Ali Rezai, neurocirurgião da Universidade Estadual do Ohio, que espera que um dia” esta tecnologia esteja apoiada num sistema wireless “que ligue os sinais do cérebro e pensamentos ao mundo cá fora para melhorar a qualidade de vida das pessoas com deficiência




Para Burkhart, a participação no projeto foi algo de fantástico. Num dos vídeos, Ian desabafa: Valorizo muito a independência que tinha antes do acidente. Se pudermos ajudar a devolver nem que seja só um bocadinho dessa independência a alguém já será algo extraordinário.



Com a colaboração de Fernanda Delgado


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April 18, 2016

Um BILIÃO de viajantes…




O Turismo Acessível não é apenas o exercício de garantir alojamento às pessoas com deficiência. É também a arte de promover um ambiente ótimo e adequado às pessoas com limitações temporárias, crianças e idosos. 









O Turismo Acessível é para todos






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April 13, 2016

10 Coisas…


As 10 coisas que você NUNCA DEVE DIZER À MÃE de uma criança com algum tipo de deficiência:







1. “Coitadinho”

Nenhuma mãe quer que as pessoas sintam pena de seu filho só por ser deficiente.

2. “A ‘doença’ do seu filho”

Deficiência é o termo correto. Usa-se, também, o termo Necessidades Especiais ou Criança Especial, jamais doente. 

3. “Sinto muito”

Muitas mães estão gratas pelos filhos especiais que têm e não precisam que alguém se lamente por elas.

4. “Eu não saberia lidar com uma situação dessas”

Ainda que você queira demonstrar sua grande admiração pelo empenho dessa mãe, não diga isso. Numa situação similar, qualquer um de nós acabaria por conseguir adaptar-se à realidade. Toda mãe tem potencial para dar tudo o que tem e o que não tem para melhorar a vida dos filhos.

5. “Ele parece tão normal”

As mães de pessoas com algum tipo de deficiência têm que lidar diariamente com os conceitos “normal” e “diferente”. Na verdade, na maioria das vezes, são os outros que as lembram disso. Elas não querem que eles pareçam “normais”, elas só querem que eles sejam felizes.

6. “Nem percebi que ele tinha ‘alguma coisa'”

Você não precisa disfarçar. A maioria das mães não se ofende quando as pessoas percebem a deficiência do seu filho.

7. “Por é que ele nasceu assim? De quem herdou a deficiência?”

Muitas deficiências, em especial o Síndrome de Down, acontecem por acidente genético. Isso significa que qualquer casal pode ter que enfrentar uma situação inesperada. É um assunto que poderá sublinhar culpas, das quais o pai ou a mãe estão isentos. 

8. Usar o nome “atrasado…”

É um adjetivo bastante ofensivo para quem tem um filho com necessidades especiais. Jamais o use.

9. “Você vai arriscar outro filho?”

Algo chocante de se ouvir. A maioria dos casais têm outros filhos sem qualquer tipo de problemas.

10. "Nada"

Não dizer nada ou não fazer perguntas pode confundir-se com o facto da presença da criança não fazer qualquer diferença. Nenhuma mãe se ofende com perguntas educadas ou comentários gentis sobre seu filho.



Um conselho simples

Aja naturalmente. Sorria para a criança e sua mãe, pergunte seu nome. Olhe para a criança. Não tente desviar o olhar. Tudo o que é feito naturalmente e de boa vontade tende a funcionar bem.




Fonte: Juliana Freire, Blog Just Real Moms 



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April 11, 2016

'Sometimes'



"Uma comunidade surda é um grupo de pessoas que vive num determinado local, partilha objetivos comuns e que trabalha no sentido de alcançar esses objetivos”, Padden, Carol


Não se assustem, não fujam, não decidam por nós, não nos dificultem a vida… podemos ser, tal como vós, médicos, artistas, advogados, professores, desportistas, etc… A nossa comunidade é também a vossa.








Com a colaboração de Rita Valadas


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April 6, 2016

Ativar a INCLUSÃO


Está no ar uma campanha sem precedentes em Portugal que pretende «Ativar a Inclusão» de crianças com deficiência na nossa sociedade.

Num registo muito pessoal e emotivo, os padrinhos - Ricardo Carriço e Tânia Ribas de Oliveira - apresentaram o projeto com a intenção de sensibilizar os portugueses, no sentido de trazer o tema da inclusão para a ordem do dia.

Ana Rebelo, mentora desta campanha, decidiu criar aquilo que diz ser “um projeto útil, dinâmico e de intervenção nacional”, através do seu blogue «A Mãe da Maria»um blogue de esperança, de histórias do dia-a-dia, de experiências e vivências de quem partilha e tem interesse por esta realidade. Maria, a sua filha primogénita, é a protagonista e mesmo quase sem falar ensina-nos diariamente o verdadeiro sentido da vida.



Num tom bastante divertido e descontraído, Maria e outras crianças que fazem parte da sua vida, mostram que «mesmo diferentes, somos todos iguais»






Saiba mais em A Mãe da Maria



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April 1, 2016

'Cebolas' ACESSÍVEL


Em meados de 2017, a frente ribeirinha estará como "nova", após um investimento de 18 milhões de euros na REABILITAÇÃO do Campo das Cebolas, Corpo Santo e Cais do Sodré.

Temos que acreditar que esta intervenção vai servir TODOS, incluindo os cidadãos com Mobilidade Reduzida. É importante que não se cometam os mesmos erros do Projeto da Ribeira das Naus – já conhecida pela Ribeira dos Calhaus – por não permitir um acesso seguro e adequado a grande parte dos cidadãos. Basta pensar nos mais idosos, nos que se deslocam em cadeira de rodas, nas mães com carrinhos de bebé, nos muitos saltos-alto quebrados, etc. É importante valorizar a inclusão na diversidade.

Segundo a autarquia, nesta zona haverá um reordenamento da circulação viária, aposta no sistema de transportes públicos através de uma melhoria do interface de transportes e predominância dos modos de mobilidade suave, como a bicicleta e o uso pedonal. Os passeios serão mais largos e confortáveis e haverá mais árvores e zonas de lazer.

Tudo indica que assim será, já que o novo Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina, tem revelado uma visão inclusiva e considerado que a cidade é mesmo para todos.





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March 29, 2016

ColorAdd


O ColorADD, projeto 100% português, é um código universal que recorre a símbolos para ajudar os daltónicos a distinguir as cores. 

Desenvolvido por Miguel Neiva, designer gráfico e professor da Universidade do Minho, o projeto ColorAdd procura ajudar a minorar um problema que afeta cerca de 10% da população masculina mundial. Este código universal de cores para daltónicos apoia-se nas cores primárias como ponto de partida (ciano, magenta e amarelo), às quais foram acrescentadas o preto e o branco. Para cada uma destas cinco cores foi criado uma forma geométrica básica. A conjugação destes símbolos básicos permite representar simbolicamente todas as cores existentes.



“Pretende-se que a indústria e a sociedade vejam neste projeto um contributo para melhorar a satisfação e o bem-estar de um grupo de indivíduos que, pelas suas características de visão, se encontram privados de realizar com independência, segurança e tranquilidade todo e qualquer ato onde a cor seja factor determinante. O projeto apresenta uma solução sustentada que se julga ser de um contributo inquestionável para a inclusão”, considera Miguel Neiva



"Uma das melhores 40 ideias para melhorar o mundo"









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