August 10, 2022

Destino EMPREGO

O ‘HOMEM’ é o único animal que gosta e precisa de trabalhar.


O mercado de trabalho precisa de DIVERSIDADE e INCLUSÃO

As políticas de diversidade e de inclusão estimulam talentos e potenciam as capacidades individuais. Este é o ambiente ideal para despoletar o aparecimento de novas competências e permitir que a empresa avalie e promova os seus colaboradores com base em capacidades efectivas. Os vínculos dos colaboradores com a empresa reforçam-se, quer pela maior dedicação ao trabalho, quer pelo orgulho declarado de pertencer àquela organização. Ao contrário, um ambiente de discriminação pode afastar e/ou reprimir talentos, bem como comprometer a capacidade da empresa para reconhecer adequadamente o desempenho de todos os seus colaboradores.

 

Destino Emprego: Associação Salvador

  

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August 6, 2022

O ‘MEIO’

 É O MEIO QUE NOS DEFICIENTALIZA

Nesta fotografia o atleta #paralímpico Antonios Tsapatakis posa para a fotografia de pé e em frente à sua cadeira de rodas num #ambiente subaquático.

 

  • isto só é possível porque em ambiente subaquático os corpos ficam mais leves e mais adaptáveis. 
  • o #corpo é o mesmo, a #deficiência permanece, o que muda?  O meio.
  • percebem então porque é importante retermos que é o meio sempre, mas sempre, que nos deficientaliza?  

Fonte: Liliana Sintra (LinkedIn)


Em Portugal, o melhor exemplo que nos impede de andar por aí, são os Passeios em Calçada. Parece que gostamos de criar obstáculos gratuitos. Facilmente se percebe que por cá, todos, ou quase todos, os percursos pedonais são feitos em pedra, digo em calçada, com a desculpa da dita cultura centenária. Nos outros países europeus – com quem nos podemos e devemos comparar – encontramos passeios lisos que oferecem mais conforto e segurança. Será que o lobby do calcário é assim tão forte? Deve ser.

 

 

Relacionados: PASSEIOS DE NINGUÉM

    

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June 16, 2022

Olhos nos Olhos

 

Como tem vindo a ser tratada a pessoa com deficiência pela sociedade ao longo do tempo?

 

 

Crédito: Catarina | Uma Espécie Rara

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June 11, 2022

“Aceitar, Adaptar e Avançar”


O mercado de trabalho desconhece a eficiência de uma pessoa com deficiência motora 



Considera João Antunes que, 

“Nos processos de recrutamento cheguei a ser questionado se por questões de imagem a utilização da canadiana seria algo momentâneo ou definitivo, e ouvi as desculpas mais incríveis para camuflar a falta de desejo e vontade em dar-me uma oportunidade”. 

"O pontapé de saída no mercado de trabalho foi dado em novembro de 2009, numa empresa de telecomunicações. Não me esqueço que, após o término da entrevista, fui questionado se era uma pessoa que costumava faltar por questões de saúde. Com base nesta questão, e apesar da minha resposta (só faltava ao trabalho se não me conseguisse levantar da cama), pensei que as minhas hipóteses eram perto de nulas. No entanto, tive uma agradável surpresa: fiquei com a posição e tive a oportunidade de conhecer colegas fantásticos e um country manager a que ainda hoje, passados mais de dez anos, agradeço tudo o que fez por mim”.

 “Esse ano de experiência ajudou-me a percorrer os primeiros quilómetros numa realidade completamente ímpar, mas nunca imaginando o que estava para vir. Nessa altura, quando olhava para a vida e fazia dela um videojogo onde as minhas escolhas eram feitas sem qualquer limitação, estava longe de pensar que alguns anos depois elas seriam infinitamente limitadas.”

“Quando deixei este emprego, posso afirmar que sofri em primeira mão as piores experiências de alguém que possui vontade de trabalhar, mas que face às suas limitações acaba por sofrer. Nessa fase, decidi arriscar em omitir no meu CV a adenda reportando a minha incapacidade física, isto porque pretendia que as pessoas me avaliassem pelas minhas valências e não pelo handicap que possuo”.

 “Durante o período de desemprego fui entrevistado numa esplanada de café, por falta de acessibilidades e de infraestruturas adaptadas. Muitas vezes, era forçado a visitar no dia anterior a empresa, para averiguar os sistemas de mobilidade do espaço. Fazia este trabalho prévio para não ser apanhado desprevenido no dia da entrevista”.

“As “negas” contínuas que fui acumulando estavam a tornar-me ainda mais forte psicologicamente, mesmo que a revolta muitas vezes se apoderava de mim. Não esperava compaixão, empatia ou ser utilizado como uma bandeira direcionada à inclusão no mercado de trabalho. O meu objectivo sempre foi aprender, evoluir enquanto profissional e ser humano e, acima de tudo, acrescentar valor à instituição que me desse a oportunidade”.

 “Passados alguns meses sem trabalho, sou convidado pelo anteriormente mencionado country manager a acompanhá-lo num novo desafio – ao qual respondi afirmativamente. Numa fase inicial desta nova aventura, conseguia deslocar-me até às instalações da empresa, mas sempre com a premonição de que mais tarde ou mais cedo aquela variável seria alterada até porque tanto o estacionamento, como os acessos às instalações, não estariam aptos para uma pessoa incapacitada fisicamente”.

 “Infelizmente, alguns meses depois dei início a uma nova realidade: o teletrabalho. Não sou o maior apologista deste modelo de trabalho para quem está a começar um novo desafio profissional. No meu ponto de vista é um obstáculo à integração, dificulta a compreensão dos processos da empresa e não permite conhecer adequadamente os colegas. Esta falta de entrosamento pode desencadear uma péssima experiência”. 

 

Queixas de discriminação por deficiência sobem 30%, a maioria por causa de acessibilidade



O Instituto Nacional para a Reabilitação (INR) continua a fazer 'discursos', só registou uma contra-ordenação. O acesso a direitos fica em segundo lugar entre as queixas mais frequentes. Quem está no terreno fala de ineficácia da lei e de falta de fiscalização e o INR não se mexe!

 

 

 

Entrevistado: João Antunes : Natural de Lisboa. Brand Manager na Bee Engineering ICT. Lema de vida: aceitar, adaptar e avançar

  

Relacionado‘Naufrágio’,10 Anos DEPOIS

 

Fonte: PUBLICO



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June 4, 2022

Finalmente… +1 estação


Cidade Universitária | Inauguração dos elevadores | Metro de Lisboa


A estação da Cidade Universitária serve a Universidade de Lisboa e o Hospital de Santa Maria. Esta estação, de 1988, foi desenhada pelo arquitecto Sanchez Jorge, com obras de arte da pintora Maria Helena Vieira da Silva e painéis de azulejo por Manuel Cargaleiro.

 

Finalmente, estação de Metro da Cidade Universitária passou a ser acessível a todas as pessoas com a instalação de três elevadores, desde maio de 2022. Existe pavimento táctil nos cais de embarque e estão disponíveis anúncios sonoros e visuais. A estação Cidade Universitária do Metropolitano de Lisboa passará a dispor de acessibilidade plena com a instalação dos elevadores e eliminação de barreiras arquitetónicas. O elevador exterior está localizado na Avenida Professor Gama Pinto, em frente à “Cantina Velha” da Universidade de Lisboa. Este elevador permite o acesso ao átrio da estação, onde se efetua a validação do título de transporte. Após a linha de controlo, estão localizados dois elevadores de ligação entre o átrio e cada um dos cais de embarque.

  


Com o contributo de Diogo Martins

Relacionados: O Verdadeiro Mapa do METRO


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May 28, 2022

Preconceito Institucionalizado


“Conduzir em Lisboa a 30 ou 40 km/h parece uma coisa de deficientes”

 

Sérgio Sousa Pinto,

deputado do PS

“Sérgio Sousa Pinto afirmou que “ninguém consegue andar” às velocidades que a proposta do Livre determina, afirmando que “parece uma coisa para deficientes”

À parte da critica à proposta do Livre, que faz sentido, parece que o preconceito relativamente às pessoas com deficiência está 'cimentado' no pensamento de muitos. Um deputado não deve fazer este tipo de considerações relativamente à capacidade ou não das pessoas com deficiência. Indiretamente, este estado de consciência acaba por explicar porque é que as leis da acessibilidade existem, são pragmáticas, mas raramente são cumpridas.


Quanto ao resto, estamos de acordo: “O socialista Sérgio Sousa Pinto mostrou-se indignado com a proposta do Livre que determina alterações ao trânsito na capital, aprovada contra a vontade do presidente da Câmara Municipal de Lisboa, caracterizando-a como uma “maluquice da oposição” comparável aos “apanhados”. No espaço de comentário na CNN Portugal, o deputado foi duro nas críticas que dirigiu a Rui Tavares, afirmando que o vereador eleito do Livre é “hiperactivo” e um “activista que está sempre em actividade, uma espécie de missionário que quer mudar o mundo e chatear toda a gente”. “É um chato por natureza. Apresenta propostas que depois não quer saber se são viáveis ou não”,Ridicularizou ainda  "a justificação apresentada pela vereadora do Livre, Patrícia Gonçalves, sobre o combate às alterações climáticas e a diminuição da dependência económica em relação à Rússia. “Aí é que entramos no domínio do manicómio”,


Relacionados: Inabilidade

FonteCNN Portugal,

 

 

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May 19, 2022

QUEBRA DEGRAUS

 

Porque o Decreto-Lei n.º 163/2006 continua a ser ignorado, porque a fiscalização não existe ou é incompetente, porque o Estado continua a ignorar o cumprimento da legislação relativa à ACESSIBILIDADE, a ASSOCIAÇÃO SALVADOR tem uma nova campanha, intitulada Quebra Degraus”, que pretende abrir caminho para uma mudança efetiva, que acabe com a exclusão social e o isolamento de milhares de pessoas com deficiência motora em todo o País.




 

Estamos em pleno século XXI, todos os dias surgem invenções, novas tecnologias e quebram-se mais barreiras. Mas e os milhares de pessoas que continuam isoladas entre quatro paredes? Durante o confinamento, o mundo inteiro teve oportunidade de sentir na pele aquilo pelo qual as pessoas com deficiência motora passam diariamente, durante uma vida inteira. Agora que retomámos a vida normal, vão voltar a deixar-nos para trás?, considerou Salvador Mendes de Almeidapresidente e fundador da Associação Salvador.


 

 

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