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April 5, 2023

Trotinetes DEFICIENTES

 


As trotinetes em Lisboa vão ter pontos de estacionamento próprios obrigatórios e um limite de velocidade de 20 quilómetros por hora, segundo um acordo que a Câmara Municipal e os cinco operadores na cidade assinaram em janeiro. 
Além destas duas medidas, para organizar o tráfego de trotinetes na cidade, a autarquia e os operadores acordaram ainda um contingente máximo de veículos em circulação.

 

"É o carro parado só cinco minutos, é a carrinha que só está a fazer uma descarga, são os carros estacionados sem dístico e agora, a juntar a todas estas infrações, chegaram as trotinetes".



As dificuldades que as pessoas com deficiência encontram ao tentar estacionar nos lugares reservados para o efeito têm aumentado e as trotinetes são só mais um obstáculo ‘gratuito’ que tem de ser ultrapassado.


 Crédito foto: Rita Valadas

  

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#cardosof  #minutoacessivel

December 14, 2022

O Mundo é lá fora!

 DESAFIOS DE UMA PESSOA COM #DEFICIÊNCIA

CONSIDERA LILIANA SINTRA


A vida transforma-se numa luta e num desgaste permanente, uma corrida de #obstáculos, porque tudo é difícil, complicado, cheio de entropias: se vais a um #concerto, não vês nada, no cinema obrigam-te sempre a ficar na primeira fila, não podes decidir ir ao restaurante que acabou de ser inaugurado porque ninguém fiscalizou as #acessibilidades e te é vedado o acesso, os elevadores do metro estão permanentemente avariados, as rampas dos #autocarros idem, os motoristas da #uber recusam a viagem quando avistam a tua cadeira de rodas e tens que avisar com seis horas de antecedência se quiseres entrar no #comboio. Até para a eventualidade de ir à casa de banho eu tenho que planear antecipadamente. Estou cansada de pensar em planos z para conseguir sair de casa e acabo por ficar sempre cá dentro.


As pessoas dizem, permanentemente: quase nunca vemos ninguém com deficiência nas ruas, a ocupar o #espaçopúblico, não há crianças com #mobilidade condicionada nos parques, nas zonas de brincadeiras infantis, não há casais com deficiência a fazerem desporto no espaço público.

E, surpresa: não é uma escolha das pessoas com deficiência! As crianças com deficiência estão desejosas de brincar como todas as outras, os adultos de socializar como todos os outros, os grupos de amigos com deficiência de viverem o espaço público como todos os outros. Mas esta realidade obriga-te, empurra-te para o #isolamento porque, no fim, o meio esgota todas as tuas energias.

Reabilitem o espaço, o #meio, não as pessoas!

 O Mundo é lá fora!


Créditos: Liliana Sintra

 

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January 25, 2022

30 de janeiro

A 30 de janeiro os portugueses são convidados a ir às urnas votar naquele que será o XXIII Governo da República. 

Um momento decisivo, que irá decidir o futuro do país… Mas e o das pessoas com deficiência? As estratégias são pensadas para um país totalmente inclusivo? A Associação Salvador exige uma estratégia, fiscalização e uma revisão ao Decreto-Lei 163/2006


(...) CHEGA DE PROMESSAS (...)







Salvador Mendes de Almeida, presidente e fundador da Associação Salvador, considera que “ainda há um longo caminho a percorrer e que esta realidade é extramente preocupante”. 


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Campanha desenvolvida pela nove

 

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December 20, 2021

Menos DESCULPAS mais RESPEITO

 


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November 5, 2021

Porquê?

 


Somos tão competentes a criar comissões neste país, que me atrevo a sugerir que se crie a Comissão de Análise para os Passeios do século XXI

 

 

 

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#cardosof #minutoacessivel

October 8, 2021

SR(a) Presidente, SRS Vereadores


Sabemos hoje que mais de 70% das Câmaras Municipais não tem qualquer Plano de Acessibilidades implementado.

“Ponha-se no nosso lugar” -  Associação Salvador alerta candidatos autárquicos para problemas de acessibilidades


Salvador Mendes de Almeida, Presidente e Fundador da Associação Salvador, considera que ainda há um longo caminho a percorrer e que esta realidade é extramente preocupante.

 



É urgente que nos próximos 4 anos a Lei das Acessibilidades seja cumprida e que as autarquias garantam a sua fiscalização. As autarquias não devem continuar a ser cúmplices do isolamento que a maioria das pessoas com mobilidade reduzida estão sujeitas. Como todos já percebemos – durante a pandemia – estar confinado não é saudável, aumenta a ansiedade, o estresse e concorre para a depressão.

 

  

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Campanha desenvolvida pela nove

 

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May 6, 2021

Evolução e seleção natural

Charles Darwin era um naturalista britânico que propôs a teoria da evolução biológica por seleção natural. A seleção natural faz com que as populações se adaptem, ou se integrem cada vez melhor, aos diversos ambientes ao longo do tempo. 

Por mais tempo que passe – e já lá vão uns séculos – os responsáveis pelos percursos pedonais que temos nas nossas cidades, ainda não perceberam que os pisos empedrados não são adequados à nossa mobilidade. As pessoas com Mobilidade Reduzida ficam mesmo com a sua capacidade de locomoção totalmente comprometida. Em pleno sec.XXI, com a diversidade de soluções a que temos acesso, será que os nossos urbanistas só pensam em pedras!!@?

 

O 'nosso' Super-Mário, naturalmente,  escolheu o melhor pavimento para se deslocar  
(crédito da foto - instagran taniaribas 22/05)


Provavelmente, a teoria de Darwin não se aplica a esta gente brilhante que é responsável pela evolução da ‘nossa urbe’.  

 

 

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April 23, 2021

Permanentemente CONFINADOS

“Vivemos permanentemente confinados. Quem consegue identificar uma rua no nosso país onde não encontremos um obstáculo à mobilidade? Este é o panorama em pleno século XXI: degraus no acesso aos restaurantes, uma escadaria à porta de casa, calçada portuguesa sem manutenção, passadeiras não rebaixadas”, explica Salvador Mendes de Almeida, Presidente da Associação Salvador


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March 19, 2021

Dia do PAI

  

Mobilidade Reduzida não é obstáculo para a paternidade

A existência de ACESSIBILIDADES facilita a vida a todos os pais.

 

FELIZ DIA DO PAI

 



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March 16, 2021

‘Milhões’ de ANOS DEPOIS

 .... continua em vigor a 'VIOLAÇÃO' do Decreto-Lei nº163/2006 ...


(…) começámos há 39 anos com um Decreto que nunca entrou em vigor (…) tivemos em 1997 o Decreto-lei 123/97 que determinava que em 2004 as cidades seriam acessíveis - espaço publico, espaço privado, via-pública, restauração, hotelaria, serviços, transportes, etc - em conformidade com as normas técnicas do decreto, mas não foi isso que se verificou (…) em 2006 é promulgada nova legislação – Decreto-Lei nº163/2006 – que acrescenta a obrigação de tornar acessível todo edificado habitacional, definindo para 2017 o que já se tinha determinado para 2004 (…) 


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October 13, 2020

'os nossos passeios'

Sempre foi comum dizer-se que ‘Tempo é Dinheiro’!?. A sabedoria popular tem a característica de ser oportuna, precisa e pertinente. Com apenas três palavras, este velho ditado popular pretende evidenciar que é necessário rentabilizarmos o nosso tempo. Atualmente, para além do tempo, há a necessidade de rentabilizarmos o nosso espaço. Provavelmente, fará sentido começar a dizer-se que ‘Espaço é Dinheiro’!? ou, se optarmos por um dos mecanismos de gestão mais conhecidos, a fusão, poderíamos reinventar o velho ditado e passar a afirmar que ‘Tempo e Espaço são Dinheiro’!?

* serve esta pequena introdução para vos falar sobre os ‘os nossos passeios’ *


Refiro-me aos passeios que temos em Portugal, aqueles que fazem parte da nossa via pública e que existem em todas as nossas cidades, vilas e aldeias. Carinhosamente, vou batizá-los por ‘os nossos passeios’. Toda este espaço junto, todos esses metros quadrados somados, constituem uma área com uma dimensão a perder de vista, mas que, no essencial, não serve para quase-nada!!? É verdade, quase ninguém os usa porque não foram feitos para serem usados pelas pessoas. Um destes dias estava a ver televisão e a minha atenção despertou para um anuncio que dizia, entre outras coisas, que: ‘podem tirar-me o fado, podem tirar-me a visão, podem tirar-me a calçada, podem até tirar-me a fala, mas não me tirem o azeite…’ Só depois percebi, que não era verdade, de facto ninguém queria remover a velha calçada dos passeios, muito pelo contrário, tratava-se apenas de uma técnica de comunicação que apelava à nostalgia pela positiva.


A tradição da calçada de ‘os nossos passeios é, segundo alguns, mais uma das montras vivas representativas da nossa cultura centenária e que devemos manter, no mínimo, por mais mil anos! Eu penso exactamente o contrário. Eu digo com convicção, que ‘os nossos passeios’ são um contribuinte líquido para o aumento da falta de acessibilidades. Excluem quase tudo e quase todos. Diariamente, nos locais mais diversos, todos nós vemos pessoas a caminhar à beira de ‘os nossos passeios’ ou, dito de outra forma, pela beira da estrada. É verdade, as pessoas escolhem, naturalmente, os caminhos que consideram mais adaptados à sua locomoção. Infelizmente, ‘os nossos passeios’ não têm essa característica fundamental. O problema complica-se ainda mais quando pensamos nos cidadãos com mobilidade reduzida, nos pais com os carrinhos de bebés, nas pessoas mais idosas ou mesmo nas mulheres portuguesas que arrisquem o uso de sapatos de salto alto


Por isso os vemos todos os dias a caminhar na estrada, na direcção dos automobilistas, colocando a sua vida, e a dos outros, em risco. Os deficientes motores que necessitam de se deslocar em cadeiras de rodas, acabam por ser obrigados a converter-se em condutores de ligeiros sem matrícula, muito provavelmente, sem carta para o efeito. Não me lembro de encontrar no código da estrada, normas que contemplem esta evidência. Afinal existem mais duas grandes categorias de veículos para além dos pesados e dos ligeiros, a saber, as cadeiras de rodas com motor e as cadeiras de rodas sem motor!

Mesmo assim, quando os nossos passeios têm a dimensão adequada, coisa rara, acabamos por encontrar de quase tudo a bloqueá-los: árvores, paragens de autocarro, ecopontos, obras, cabines telefónicas, postes de eletricidade, sinais de trânsito, etc. No enquadramento dos nossos compromissos comunitários enquanto país que deve ter em atenção a inclusão de todos os cidadãos europeus, tudo isto parece irreal, mas por aqui ninguém quer saber. Propositadamente, não me referi aos carros estacionados em cima dos passeios. Esse é um problema que depende apenas do nosso civismo ou da falta dele e, somos nós enquanto cidadãos, que o temos de resolver. Contudo, acredito seriamente, que as Policias e as Entidades Fiscalizadoras poderiam ajudar, se é que não há nenhum exagero neste tipo de pedido! Ainda assim, e no meio de tantos obstáculos, acaba por ser a velha e desadequada ‘calçada portuguesa’ o maior dos inimigos. 

Esta calçada em tudo o que são ‘os nossos passeios, é um contratempo desnecessário e dispendioso. Surgiu no século XIX e é ainda amplamente usada no calçamento em quase todas as cidades. Eu diria que é cada vez mais atual, muito embora já estejamos no século XXI. É um piso geralmente desnivelado, que se baseia em pedras de formato irregular, geralmente de calcário e por vezes pontiagudas, intervaladas com buracos de maior ou menor dimensão. Desnivelado porque na grande maioria dos casos nem se dão ao trabalho de nivelar o terreno e, com muitos buracos, porque também não se dão ao trabalho de os compactar devidamente. É, certamente, um piso excelente para algumas modalidades radicais, mas fica muito aquém de oferecer a segurança e o conforto necessários a quem se atreva a pisá-los sem usar equipamento adequado

As cadeiras de rodas só poderiam circular nos  ‘os nossos passeios se os pneus fossem idênticos aos dos tratores uma vez que não existem, ou não conheço, outro tipo de equipamento que seja viável para o efeito. Mas, alguns, são bonitos. Formam padrões decorativos pelo contraste entre as pedras de distintas cores, normalmente, o branco, o preto, o marrom e o vermelho. Bonitos, mas inúteis. Não sou nem tenho de ser contra este tipo de Decoração, apenas considero que devem coexistir alternativas ou então, fazê-lo apenas nas grandes praças e nunca nos passeios. Aí sim, podem fazer-se grandes ‘decorações’ para nos elevar o ego. 

Quem tem responsabilidades sobre o ordenamento/desenvolvimento das cidades e dos seus equipamentos, devia olhar para os outros países da Europa e perceber porque e como é que as pessoas usam, de facto, os passeios. É fácil, até pela televisão se percebe que os passeios na maioria dos países da comunidade não são como ‘os nossos passeios’, são Passeios a sério. As pessoas usam-nos das mais variadas formas: caminhando, de bicicleta, de patins, etc e os que têm mobilidade reduzida não encontram obstáculos. Criamos tantas comissões neste país que, me atrevo a sugerir, que criem a Comissão de Análise para os Passeios do Sec. XXI. O trabalho a desenvolver é simples: basta viajar, olhar com atenção e tirar notas. Temos que repensar os Passeios para evitar os erros cometidos e que continuamos a cometer. Vila Nova de Gaia já o começou a fazer. Qualquer um pode deslocar-se pelo passeio marítimo sem qualquer tipo restrições. Na cidade, a maior parte dos passeios são acessíveis e a sensação é boa.



Não uso o ‘Nunca’ nem o ‘Para Sempre’ mas tenho quase a certeza que, tal como não consigo deslocar-me na minha cadeira de rodas em sítios como o Parque das Nações, a nova Ribeira das Naus ou na nova Marina de Lagos, também já não será no meu tempo de vida que vou usar a maioria de ‘os nossos passeios’.

 

Lamento e sinto falta.


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June 19, 2020

Simples, eficiente e reciclável


No nosso país a grande maioria dos pisos são em pedra o que dificulta de sobremaneira a locomoção. Este problema é ainda mais grave para todos aqueles que se deslocam em cadeiras de rodas ou que têm algum outro tipo de mobilidade reduzida. Continuamos a optar por soluções desconfortáveis, inadequadas e antigas, apenas porque há quem considere que a PEDRA – a velha calçada – deve continuar a prevalecer, por questões culturais.

Hoje já existem soluções mais SIMPLES, mais EFICIENTES, mais CONFORTÁVEIS para as pessoas e, paradoxalmente, com custos mais baixos. São soluções RECICLÁVEIS e sem necessidades de manutenção significativas.

Recentemente, o Restaurante Paladar na Casa da Guia Cascais foi intervencionado com o objetivo de facilitar o acesso a todos aqueles que o visitam. Um exemplo em prol da cidadania que pode muito bem ser alargado a muitas outras áreas, nomeadamente, à grande maioria dos percursos pedonais.

O Prodelix, oferece este tipo de soluções, transformando resíduos plásticos urbanos num produto 100% reciclado, substituindo a madeira e a pedra. O aproveitamento destes resíduos urbanos evita que estes sejam encaminhados para os aterros, evita o abate de árvores e evita a extração de pedra. Ganham as pessoas e ganha o ambiente.




Contactos:
Pedro Guedes pedroguedes@prodelix.com – 910 070 097
@prodelix

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Passeios de Ninguém


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December 15, 2019

‘Pai Natal’, a cidade não é para todos!


Sente-se na minha cadeira: a cidade não é para todos


Todos aqueles que que vivem em Portugal e têm Mobilidade Reduzida, continuam a ser excluídos. Pai Natal, como vais ter oportunidade de testemunhar, as nossas cidades continuam maioritariamente inacessíveis.

(...) a ‘LEI’ não se cumpre e a FISCALIZAÇÃO não existe (...)

Carlos, um lisboeta com 50 anos, gostaria de improvisar mais a sua vida, mas não pode. Num país em que a acessibilidade é a excepção, vê-se obrigado a planear todos os seus dias ao pormenor. Há mais de 20 anos que a legislação lhe promete um Portugal acessível.


Faça esta viagem com o Carlos Nogueira com uma perspectiva de 360º


A calçada portuguesa é um dos nossos piores tormentos na rua
Portugal teve tempo suficiente para não deixar tantas situações por resolver
É sempre mais difícil quando estamos a corrigir o que ficou mal feito de início
 Se as pessoas tiverem dificuldades em aceder a um transporte acessível, como é que podem manter um emprego estável, compromissos e uma vida social ativa?


Fonte: Público


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September 27, 2019

Fui à loja!


"Hoje fui a uma loja de serviços.
Para realizar esta simples tarefa, aparentemente banal, deparei-me com diversos obstáculos…

Salvador Mendes de Almeida, fundador da Associação Salvador,
a tentar aceder a uma loja de serviços, em Lisboa
O caminho que percorri, com menos de 1 km, foi bastante difícil de fazer. A maioria dos passeios não estão rebaixados e têm muitos buracos. Alguém, como eu, que se desloque numa cadeira de rodas, encontra muitas dificuldades. 

Quando finalmente cheguei à loja de serviços, constatei que não era acessível...

Como estava sozinho tive de pedir a uma pessoa que teve amabilidade de entrar e chamar um funcionário à rua. Lá fora expliquei e dei as indicações para a minha encomenda seguisse para o destino, e depois tive de dar o código do meu cartão de multibanco a uma pessoa para este pudesse fazer o pagamento dentro do estabelecimento…

Imaginam como esta situação é chata?

De volta para a praça do Saldanha decidi contar em quantos estabelecimentos conseguiria entrar com a minha cadeira... nem vão acreditar!  Numa rua bastante movimentada e cheia de comércio, apenas encontrei 3 espaços acessíveis...

Como é que isto ainda é possível?

Naqueles instantes senti-me revoltado e fiquei indignado com as entidades da minha cidade e do nosso País que deviam fiscalizar o cumprimento da Lei. São poucos os que respeitam a lei das acessibilidades e da não discriminação, normas com mais de 20 anos.


Com recurso à APP +Acesso para Todos tive a oportunidade de fazer cerca de 20 reclamações. Espero mesmo que estes locais se tornem acessíveis em breve. Se cada um de nós se preocupar com a temática das acessibilidades, a mudança será muito mais rápida e eficaz".



e contribua para que o nosso país se torne mais acessível.



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