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October 25, 2023

Design e Acessibilidade

Todas as pessoas devem ser capazes de usar e desfrutar de cada espaço o mais independentemente possível.


Nos últimos anos, temos observado um aumento significativo na consciencialização sobre a importância da acessibilidade e da mobilidade condicionada no design de casas. À medida que a sociedade reconhece a diversidade humana em termos de altura, mobilidade e idade, torna-se essencial que as casas sejam projetadas, desenhadas e mobiladas de forma a responder a uma ampla gama de necessidades.

 

O LAYOUT ACESSÍVEL é a base do design inclusivo.

O primeiro passo para criar casas verdadeiramente inclusivas é abraçar o conceito de acessibilidade universal. Isso significa que todas as pessoas, independentemente da sua capacidade física, devem ser capazes de usar, circular e desfrutar de cada espaço o mais independentemente possível. Para alcançar esse objetivo, é fundamental considerar:

  • layout e espaço
  • portas e passagens
  • casas de banho e cozinhas

 

A FUNCIONALIDADE E ERGONOMIA consistem em dar prioridade à segurança e ao conforto.

O design de interiores deve ser cuidadosamente pensado para garantir a funcionalidade e prevenir acidentes. Isso inclui:

  • mobiliário adequado
  • iluminação adequada
  • evitar obstáculos

 

A ESTÉTICA E O CONFORTO enquadram a beleza e a acessibilidade.

A estética desempenha um papel fundamental no design de interiores e a acessibilidade não deve ser um obstáculo para a criação de espaços atraentes e confortáveis. Os detalhes fazem ainda toda a diferença quando se trata de estética e acessibilidade. O design de interiores deve considerar:

  • paleta de cores e texturas
  • interrutores, óculos de visualização e tomadas
  • puxadores e maçanetas
  • armários e estantes

 


Em resumo, o design de interiores e a acessibilidade estão intrinsecamente ligados. Os profissionais de design de interiores, têm a responsabilidade de pensar e desenhar espaços que sejam acessíveis, funcionais e visualmente atraentes. Isto envolve a compreensão das necessidades individuais de todas as pessoas e a criação de soluções personalizadas para atender às diferentes necessidades. A acessibilidade não deve ser vista como um desafio, mas como uma oportunidade para criar ambientes que promovam o conforto, o bem-estar e a inclusão de todos os indivíduos.



Fonte: idealista/news

Fotos: de Marcus Aurelius no Pexels

  


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May 31, 2023

Festivais de Verão

 


ACESSIBILIDADES

Os Festivais de Verão são eventos que motivam muitos cidadãos com Mobilidade Reduzida a quererem participar e nesse sentido é importante que as Organizações dos diversos festivais criem espaços inclusivos com equipamentos adequados a todos os ‘festivaleiros’, independentemente da sua capacidade motora ou de outra natureza. Contudo ainda hoje, de uma forma geral, as pessoas com mobilidade reduzida e/ou com dificuldades sensoriais não vivem uma experiência equivalente à do público em geral nos festivais.

As condições que requerem atenção para minorar as dificuldades de acesso aos cidadãos com deficiência temporária ou permanente, enquadram-se, essencialmente, em 4 áreas:

  1. o ACESSO
  2. o PISO
  3. os EQUIPAMENTOS
  4. a AJUDA DE TERCEIROS

 


O ACESSO

O acesso ao recinto do festival não pode ter barreiras:

  • devem existir lugares de parqueamento próximo para deficientes, vigiados para impedir abusos;
  • deve existir um lugar específico para recepcionar aqueles que não se deslocam em viatura própria;
  • deve coexistir uma entrada específica para quem tem Mobilidade Reduzida (para impedir atropelos).

 

O PISO

O piso dos locais que possam vir a receber pessoas com Mobilidade Reduzida:

  • não devem ser em pedra nem em terra-batida – devem ser lisos, de preferência em cimento ou madeira regular;
  • não devem ser inclinados;
  • os percursos pedonais devem ter a largura mínima de um metro;
  • o percurso pedonal, em caso de inclinação, não deve ultrapassar os 6%.

 

OS EQUIPAMENTOS

Os equipamentos do festival, desde os lúdicos à restauração, passando pelos que são obrigatórios, desde que não sejam impossíveis de ser acedidos por deficientes, devem ter condições de acessibilidade:

  • a zona da restauração deve ser acessível;
  • a zona de ‘fun’ deve ser acessível;
  • os conteúdos dos materiais de divulgação devem ser acessíveis a pessoas com deficiência visual (por exemplo);
  • devem existir ajudas técnicas para pessoas com dificuldades auditivas (por exemplo);
  • os balcões de atendimento, nomeadamente os de informações, devem ter uma zona/altura acessível;
  • devem existir WC’s adaptados, limpos e vigiados – sanitários sem abertura frontal, no máximo com uma altura de 40cm;
  • deve existir uma área que permita o carregamento das baterias das cadeiras eléctricas;
  • deve existir um Posto Médico;
  • deve existir um palco elevado com visibilidade para o festival;
  • devem existir rampas e ou mecanismos elevatórios em caso de necessidade;
  • ainda que facultativo deve existir um veículo que possa transportar as pessoas com mobilidade mais agravada desde a entrada até à área especifica para deficientes.

 

A AJUDA DE TERCEIROS

Ainda que todo o festival tenha as condições mínimas de acessibilidade, é sempre uma mais-valia a organização prever a possibilidade de ter pessoas da organização empenhadas em ajudar quem mais precisa, nomeadamente, os deficientes:

  • voluntários
  • vigilantes
  • ajudas técnicas
  • um contacto telefónico dedicado para pedir a ajuda de terceiros




A organização deve ser sensível e competente para responder na hora a qualquer carência de um cidadão com deficiência, para que o festival seja uma experiência prazerosa e gratificante para todos. Os festivais de música têm feito “os mínimos olímpicos”, mas tem-se observado uma evolução. Tiago Fortuna, co-fundador da Access Lab, em declarações à Lusa, acredita a curto médio prazo, “haverá algumas boas surpresas”.

 

 

Conheça a Access Lab, uma empresa que trabalha o acesso de pessoas com deficiência e Surdas à cultura e ao entretenimento enquanto direito humano fundamental. Aceda AQUI

 

Relacionados: Rock-in-Rio para todos


  

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August 19, 2021

Democratização dos ACESSOS


𝐏𝐢𝐬𝐜𝐢𝐧𝐚𝐬 𝐌𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐢𝐬: NOVO equipamento

 


As piscinas municipais de MÉRTOLA já têm disponível um equipamento que permite o acesso à água a pessoas com mobilidade condicionada. Este equipamento, constituído por uma cadeira basculante, vai permitir que todos aqueles que queiram tomar um banho de piscina em segurança, o possam fazer sem stress. É pois mais um passo para a democratização dos acessos a equipamentos municipais. Uma raridade em Portugal, quer em equipamentos públicos, quer em equipamentos privados.

 

MÉRTOLA LIDERA PELO EXEMPLO

OBRIGADO


Com a colaboração de Joaquim José Roque

Saiba mais AQUI

 


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March 19, 2021

Dia do PAI

  

Mobilidade Reduzida não é obstáculo para a paternidade

A existência de ACESSIBILIDADES facilita a vida a todos os pais.

 

FELIZ DIA DO PAI

 



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August 12, 2020

Furnas do Guincho +INCLUSIVO



Para além de tudo o que o Furnas do Guincho oferece e da excelência das pessoas que ali trabalham, é importante relevar o sentido INCLUSIVO que o responsável do restaurante evidencia – o Sr. Alexandre – por ter promovido a alteração do piso dos lugares reservados a pessoas com deficiência que agora são em piso liso. Vai facilitar muito a vida de todos aqueles que visitarem o restaurante e que necessitem de uma cadeira de rodas para se deslocarem.


(...) a simpatia e a inclusão ultrapassaram os 'muros' da zona da restauração 
e chegaram ao estacionamento (...)

ANTES


DEPOIS

Raro em Portugal, que continua a empedrar tudo – como no século XIX – o que são zonas pedonais ou que são espaços para as pessoas usufruírem com conforto e em segurança. Como quase tudo, os estacionamentos são quase sempre em pedra/calçada pura e dura. 

Um exemplo a seguir.


Saiba mais AQUI


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June 19, 2020

Simples, eficiente e reciclável


No nosso país a grande maioria dos pisos são em pedra o que dificulta de sobremaneira a locomoção. Este problema é ainda mais grave para todos aqueles que se deslocam em cadeiras de rodas ou que têm algum outro tipo de mobilidade reduzida. Continuamos a optar por soluções desconfortáveis, inadequadas e antigas, apenas porque há quem considere que a PEDRA – a velha calçada – deve continuar a prevalecer, por questões culturais.

Hoje já existem soluções mais SIMPLES, mais EFICIENTES, mais CONFORTÁVEIS para as pessoas e, paradoxalmente, com custos mais baixos. São soluções RECICLÁVEIS e sem necessidades de manutenção significativas.

Recentemente, o Restaurante Paladar na Casa da Guia Cascais foi intervencionado com o objetivo de facilitar o acesso a todos aqueles que o visitam. Um exemplo em prol da cidadania que pode muito bem ser alargado a muitas outras áreas, nomeadamente, à grande maioria dos percursos pedonais.

O Prodelix, oferece este tipo de soluções, transformando resíduos plásticos urbanos num produto 100% reciclado, substituindo a madeira e a pedra. O aproveitamento destes resíduos urbanos evita que estes sejam encaminhados para os aterros, evita o abate de árvores e evita a extração de pedra. Ganham as pessoas e ganha o ambiente.




Contactos:
Pedro Guedes pedroguedes@prodelix.com – 910 070 097
@prodelix

Relacionados:
Passeios de Ninguém


Saiba mais AQUI



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April 6, 2020

Máscaras ESPECIAIS


Ashley Lawrence, uma rapariga com 21 anos, criou máscaras especiais com uma transparência na boca, com o intuito de ajudar as pessoas com deficiência auditiva.

Ashley conhece bem os problemas associados à surdez e esse facto deu-lhe uma motivação extra

A crise de saúde causada pelo COVID-19 está a afetar-nos a todos. A área da saúde está a ser posta à prova como nunca. Também aqui, a falta de materiais de proteção, nomeadamente máscaras, são um dos pontos mais críticos.

Felizmente, muitas pessoas começaram já a produzir máscaras caseiras, mas ninguém se lembrou das pessoas com necessidades especiais, como aqueles que têm dificuldades auditivas, por exemplo. Estas máscaras permitem que a leitura labial possa ocorrer com a normalidade possível. Depois de uma conversa com a mãe, Ashley convenceu-a e juntas estão a produzir e a doar estas máscaras.






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March 31, 2020

3D Mask Portugal


O combate ao COVID-19 precisa de todos nós


Muitos voluntários, pessoas motivadas, proactivas e comprometidas com os outros, uniram-se e, com acesso a “impressoras 3D”, estão a produzir máscaras descartáveis para serem doadas aos nossos profissionais de saúde.




Quer ser VOLUNTÁRIO?
Quer ajudar-nos a chegar a todo o país?

Caso tenha disponibilidade e pretenda ser um dos nossos voluntários, por exemplo, na impressão de peças, na ajuda a prestar em termos logísticos – recolha e distribuição – etc, por favor clique AQUI.




Todos contam.
Todos seremos poucos.




   #fiqueemcasa
   #3dmaskportugal


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July 24, 2019

Um mini-ROBÔ na sua mão!

O Liftware Level é um novo dispositivo robótico projetado para ajudar as pessoas com mobilidade limitada dos membros superiores – mão e braço – por forma a conseguirem manipular de forma adequada os talheres durante a refeição.



Essa mobilidade limitada pode estar associada à paralisia cerebral, lesão da medula espinhal, doença de Huntington, doença de Parkinson ou deficits pós-AVC.


O Liftware foi criado para ajudar a solucionar muitos destes problemas. 
Possui um sistema estabilizador e nivelador, o que faz com que a colher nunca vire, independente do movimento que a mão fizer. 



Saiba mais AQUI


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June 14, 2019

Blocos em Braille


LEGO lança Blocos em Braille para crianças cegas.


LEGO lança Blocos em Braille para crianças cegas e com deficiências visuais. O objetivo da marca de brinquedos é permitir que cegos e deficientes visuais tenham a oportunidade de aprender através dos famosos blocos da LEGO.

A partir daí a ideia foi desenvolvida numa parceria entre a LEGO e várias associações de apoio a pessoas com deficiência visual, em diversos países.

O grupo LEGO pretende adaptar as clássicas peças coloridas e transformar cada uma numa letra do alfabeto Braille, tornando-se um brinquedo educativo no desenvolvimento de aprendizagem de crianças invisuais ou com deficiências visuais.


O seu potencial pedagógico foi pensado especialmente para crianças com necessidades especiais, de aprender a ler, a escrever e a construir de uma forma estimulante e educativa, usando um elemento simples e divertido: os famosos blocos da LEGO.



Saiba mais em:


Associação ACEGIS reconhece-se enquanto entidade de referência nas áreas estratégicas da cidadania, inclusão, igualdade de género, empreendedorismo e inovação social.



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April 10, 2019

Inclusive Future



A Plataforma DESIGN THE FUTURE, que ajuda a escolher cursos e carreiras, 
investe na inclusão.


Contribuir para a inclusão das pessoas com deficiência no mercado de trabalho passou a ser uma meta ativamente prosseguida pela plataforma vocacional Design the Future, graças a uma parceria feita com o Inclusive Community Forum – ICF – recentemente anunciada na sede da Nova SBE, em Carcavelos.

Neste momento, são muitos os vídeos disponibilizados na Design the Future que mostram exemplos de pessoas com deficiência integradas com êxito no mercado de trabalho. A iniciativa é o resultado de um projeto da Nova SBE e do ICF e o desafio que lançaram à Design the Future foi o de incluirmos e darmos destaque numa nova secção – a que chamámos o Inclusive Future – casos de sucesso e de empregabilidade de pessoas com algum tipo de deficiência, seja cognitivo, seja físico, explicou Inês Menezes, a responsável que lançou a plataforma vocacional há pouco mais de três anos.



Um dos testemunhos relatados em vídeo é o de Rodrigo Santos
Um jurista empregado na Fundação para a Ciência e Tecnologia que, o facto de ser cego, não o impediu de terminar o seu curso, ser integrado no mercado de trabalho, e estar agora a preparar a sua tese de mestrado.




A Plataforma integra, atualmente, mais de 200 vídeos com duração de 3 a 5 minutos, com reportagens e entrevistas com representantes de determinada profissão/função em diversas áreas. Cada vídeo é acompanhado de textos e percursos académicos que sugerem a oferta académica disponível para cada profissão.



O objetivo é que cada utilizador possa ter acesso às atividades profissionais que melhor se relacionam com o seu perfil vocacional e objetivos, permitindo uma escolha mais consciente e informada das oportunidades que o mercado de trabalho oferece.

< aceda AQUI à plataforma - clique na imagem >






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February 25, 2019

TOMI For All

Chama-se TOMI For All e garante que todos, independentemente das suas necessidades físicas ou cognitivas, possam procurar informação e serviços inteligentes na plataforma.



“As soluções que o TOMI For All preconiza, já desenvolveu e continua a desenvolver, são inovadoras e únicas em Portugal e a nível internacional. Destinando-se os equipamentos a espaços públicos esta oferta inclusiva faz todo o sentido”, considera Ana Garcia, presidente da Accessible Portugal



MOBILIDADE REDUZIDA
As novas evoluções da plataforma incluem um modo de acessibilidade para cidadãos com mobilidade reduzida, baixa estatura e crianças.




CEGOS E BAIXA VISÃO
As pessoas com visão reduzida e cegos, podem interagir autonomamente com o TOMI através do modo de navegação adaptado pelo toque e som.




DEFICIÊNCIA AUDITIVA
Para as pessoas com deficiência auditiva, foram desenvolvidos vídeos em língua gestual que explicam como utilizar o TOMI.




DEFICIÊNCIA COGNITIVA
Os conteúdos são otimizados para serem mais fáceis de compreender por todas as pessoas, independentemente das suas capacidades cognitivas.
  



“Podemos ter acesso a um conjunto de informação que antes não teríamos. É sempre bom, tendo em conta que estas questões de acessibilidade são colocadas de parte. É ótimo nós podermos chegar ao pé de um TOMI e podermos aceder à informação disponibilizada conforme outra pessoa qualquer”, considera Eduardo Rito, Consultor / Utilizador cego


Diogo Martins, Grupo de Trabalho p/ Acessibilidade no Transporte Público – Câmara Municipal de Lisboa, afirma que “é uma questão de incluirmos realmente toda a sociedade num produto que estamos a disponibilizar a qualquer pessoa.”



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