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January 1, 2021

Bom Ano

2020 foi UM ANO DIFÍCIL para todos.

A pandemia marcou a nossa vida coletiva e pessoal. O confinamento forçado foi a evidência das dificuldades. Esta condição de estarmos fechados e, consequentemente, impossibilitados de sair de casa - no caso por razões sanitárias -  é uma situação desconfortável que acrescenta ‘stress’ ao quotidiano de cada um. Infelizmente, para muitas pessoas com mobilidade reduzida, este desconforto é vivenciado todos os dias, desde há muitos anos, devido à falta de acessibilidades.

 


Temos todos que nos empenhar em criar uma sociedade mais inclusiva, sem barreiras arquitetónicas e acessível a todos. Devemos ser cúmplices desta mudança e, nesse sentido, devemos usar as ferramentas à nossa disposição para que as leis da acessibilidade se cumpram. A nossa casa é comum.

 


Use e Abuse da APP +ACESSO PARA TODOS e contribua para que no nosso país não fique ninguém fechado em casa devido à falta de acessibilidades.

 

 

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December 15, 2019

‘Pai Natal’, a cidade não é para todos!


Sente-se na minha cadeira: a cidade não é para todos


Todos aqueles que que vivem em Portugal e têm Mobilidade Reduzida, continuam a ser excluídos. Pai Natal, como vais ter oportunidade de testemunhar, as nossas cidades continuam maioritariamente inacessíveis.

(...) a ‘LEI’ não se cumpre e a FISCALIZAÇÃO não existe (...)

Carlos, um lisboeta com 50 anos, gostaria de improvisar mais a sua vida, mas não pode. Num país em que a acessibilidade é a excepção, vê-se obrigado a planear todos os seus dias ao pormenor. Há mais de 20 anos que a legislação lhe promete um Portugal acessível.


Faça esta viagem com o Carlos Nogueira com uma perspectiva de 360º


A calçada portuguesa é um dos nossos piores tormentos na rua
Portugal teve tempo suficiente para não deixar tantas situações por resolver
É sempre mais difícil quando estamos a corrigir o que ficou mal feito de início
 Se as pessoas tiverem dificuldades em aceder a um transporte acessível, como é que podem manter um emprego estável, compromissos e uma vida social ativa?


Fonte: Público


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November 19, 2019

360º

A tecnologia continua a surpreender e a minimizar os problemas das pessoas com deficiência. A NINO é uma cadeira de rodas de última geração que oferece uma solução de mobilidade exclusiva.



A Nino Powerchair combina as mais-valias de um SEGWAY e é considerada uma das peças de mobilidade tecnologicamente mais avançadas alguma vez produzidas.






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July 24, 2019

Um mini-ROBÔ na sua mão!

O Liftware Level é um novo dispositivo robótico projetado para ajudar as pessoas com mobilidade limitada dos membros superiores – mão e braço – por forma a conseguirem manipular de forma adequada os talheres durante a refeição.



Essa mobilidade limitada pode estar associada à paralisia cerebral, lesão da medula espinhal, doença de Huntington, doença de Parkinson ou deficits pós-AVC.


O Liftware foi criado para ajudar a solucionar muitos destes problemas. 
Possui um sistema estabilizador e nivelador, o que faz com que a colher nunca vire, independente do movimento que a mão fizer. 



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February 25, 2019

TOMI For All

Chama-se TOMI For All e garante que todos, independentemente das suas necessidades físicas ou cognitivas, possam procurar informação e serviços inteligentes na plataforma.



“As soluções que o TOMI For All preconiza, já desenvolveu e continua a desenvolver, são inovadoras e únicas em Portugal e a nível internacional. Destinando-se os equipamentos a espaços públicos esta oferta inclusiva faz todo o sentido”, considera Ana Garcia, presidente da Accessible Portugal



MOBILIDADE REDUZIDA
As novas evoluções da plataforma incluem um modo de acessibilidade para cidadãos com mobilidade reduzida, baixa estatura e crianças.




CEGOS E BAIXA VISÃO
As pessoas com visão reduzida e cegos, podem interagir autonomamente com o TOMI através do modo de navegação adaptado pelo toque e som.




DEFICIÊNCIA AUDITIVA
Para as pessoas com deficiência auditiva, foram desenvolvidos vídeos em língua gestual que explicam como utilizar o TOMI.




DEFICIÊNCIA COGNITIVA
Os conteúdos são otimizados para serem mais fáceis de compreender por todas as pessoas, independentemente das suas capacidades cognitivas.
  



“Podemos ter acesso a um conjunto de informação que antes não teríamos. É sempre bom, tendo em conta que estas questões de acessibilidade são colocadas de parte. É ótimo nós podermos chegar ao pé de um TOMI e podermos aceder à informação disponibilizada conforme outra pessoa qualquer”, considera Eduardo Rito, Consultor / Utilizador cego


Diogo Martins, Grupo de Trabalho p/ Acessibilidade no Transporte Público – Câmara Municipal de Lisboa, afirma que “é uma questão de incluirmos realmente toda a sociedade num produto que estamos a disponibilizar a qualquer pessoa.”



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May 29, 2018

#HeVuelto


Um jovem espanhol, que ficou tetraplégico há dois anos, tornou-se a primeira pessoa no mundo a ‘tweetar’ com os olhos a partir de um telemóvel.

A aplicação móvel, denominada por 'EyeTwitter', foi desenvolvida numa parceria entre o Mobile World Capital Barcelona, o Twitter e a empresa basca Irisbond. É a primeira no mundo tecnológico que permite interagir com o telemóvel através do olhar. 

Concretamente, o 'EyeTwitter' possibilita navegar pelo Twitter, fazer 'scroll', dar 'gosto' a um tweet, retweetar, reproduzir vídeos e consultar a lista de tendências usando unicamente os olhos. Permite ainda escrever tweets com a voz e enviá-los com o olhar

O jovem ficou tetraplégico há dois anos depois de sofrer um acidente. Segundo o Mobile World Capital Barcelona, Alberto foi o primeiro a testar a APP e tornou-se assim no protagonista da campanha #HeVuelto (“Voltei”).


(...) o seu primeiro tweet (...)




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August 2, 2017

Viagem ACESSÍVEL


Viagem Medieval em Santa Maria da Feira promove programa para públicos com necessidades especiais.

No âmbito desta iniciativa que se realiza de hoje a 13 de agosto, no centro histórico de Santa Maria da Feira, a Provedoria Municipal para a Mobilidade, em parceria com a Comissão Executiva da Viagem Medieval, vai levar a efeito um programa de acessibilidades que terá especial enfoque na pessoa com deficiência auditiva, visual e motora.

Haverá visitas guiadas com interpretação em Língua Gestual Portuguesa [LGP], visitas orientadas ao público com deficiência auditiva, visitas orientadas para quem tem Mobilidade Reduzida e visitas orientadas para quem tem deficiência Visual. Deve reservar a sua participação através de uma inscrição prévia, ou ligando para o 918172395 ou através do e-mail comunicacao@cm-feira.pt. O ponto de encontro é na Loja Interativa De Turismo



Conhecer a Viagem Medieval é viver uma experiência cultural diferente. O rigor histórico, dimensão e envolvimento das gentes locais fazem deste evento um produto cultural amplo e abrangente para os vários tipos de públicos. É o maior evento de recriação medieval da Península Hispânica.



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Com a colaboração de Catarina Emília Oliveira Bento




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April 23, 2017

Um SENÃO com 45cm

ASSOCIAÇÃO SALVADOR preparou um Manual para Pessoas com Deficiência Motora. Mais uma iniciativa que todos devemos aplaudir e que muito vai ajudar a comunidade de pessoas com Deficiência Motora.

Contudo, há um SENÃO… um senão a 45cm do chão!?


     No capítulo,

     indica-se:

Casas de banho - (...) sanita (...) com uma altura do piso até ao bordo superior do assento de 45cm



São muitos e diversos os relatos relativos ao insucesso 
do uso dos sanitários instalados a 45cm do chão.
O EQUILÍBRIO não é possível.

Ao usar um sanitário, um paraplégico deve ter a possibilidade de se sentar em equilíbrio. O assento do sanitário a uma altura de 45cm do piso impossibilita que o equilíbrio seja conseguido uma vez que os pés não chegam ao chão de forma equilibrada e firme. Qualquer altura superior a 40cm (altura normal do piso ao assento de um sanitário comum) inviabiliza o uso do equipamento de forma eficaz e em condições de segurança. Para quem, eventualmente, necessite da sanita mais alta, pode utilizar um alteador de sanita, um acessório portátil adequado para o efeito. O contrário já não é possível porque baixar a altura de um sanitário já colocado, não é uma possibilidade viável. Também, a instalação de sanitários com abertura frontal, equipamentos cada vez mais comuns, acrescenta ainda mais dificuldades a somar aos 45cm de altura do sanitário ao chão. Há quem afirme que são os mais adequados mas de facto são um 'quebra-cabeças' ainda por cima com um custo muito superior aos sanitários normais. Curioso! Este tipo de sanitários com abertura frontal só deve ser usado em instalações hospitalares e apenas nos espaços em que o deficiente está acompanhado por um auxiliar, devido à eventual necessidade de ajuda para lavar as partes ‘mais íntimas’. Relativamente às barras laterais de apoio ao sanitário, no caso de um paraplégico, estas devem estar à altura dos quadris, se considerarmos como referência a posição de sentado no sanitário. A força que o deficiente tem que fazer para passar do sanitário para a cadeira de rodas, combinada com o equilíbrio que tem que garantir, é mais eficaz quando a barra está à altura dos quadris, uma vez que o movimento e a força são otimizados. Fazer força de cima para baixo numa barra que esteja à altura dos ombros (tomando mais uma vez como referência a posição de sentado num sanitário a 40cm do chão) é um movimento difícil, improdutivo e inseguro.

SANITÁRIOS DISFUNCIONAIS... barras laterais muito elevadas, altura do piso ao assento com 45cm ou mais,
abertura frontal contraproducente e lavatório com barra inferior que inviabiliza o acesso da cadeira ao mesmo.
Alguns exemplos de WCs que criam dificuldades, em diversos espaços de uso público em Portugal


O que parece que está a acontecer é que os WCs para deficientes que começam a surgir um pouco por todo o lado, não estão adaptados para quem se desloca em cadeira de rodas, nomeadamente para paraplégicos. Parece serem equipamentos para pessoas com mobilidade reduzida, sem dúvida, mas que não se deslocam em cadeira de rodas e que de alguma forma conseguem estar de pé. Daí a altura das barras, a altura do sanitário (45cm do chão) e o estranho caso da abertura frontal dos sanitários muitas vezes disponíveis em WCs de hotéis, restaurantes, centros comerciais, áreas públicas, etc. Em resumo, os que têm mais dificuldades motoras resultantes de uma paraplegia ou tetraplegia, vêm agora as suas dificuldades exponencialmente aumentadas e na maioria dos casos constata-se que os equipamentos instalados são inúteis, isto é, impossíveis de usar. É como se não existissem.


Pés bem assentes no chão: 
CORRECTO 








Barra lateral à altura dos quadris: 
FACILITA










Sanitário sem abertura frontal, com o assento a uma altura normal do chão: 
EFICAZ












Com o equipamento essencial, sem obstáculos gratuitos, disponibilizado correctamente. 
EFICIENTE










Relacionados: 


Conheça a Associação Salvador


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April 20, 2016

Um passo significativo


Um homem que ficou tetraplégico mexeu pela primeira vez a mão enquanto pensava em mexer a mão. Os cientistas usaram um implante, um computador e uma manga de estímulos elétricos para fazer o bypass entre o cérebro e os músculos.

Todos os dias fazemos coisas muito simples que para alguém que ficou paralisado são absolutamente impossíveis. Gestos como pegar num copo, calçar os sapatos, desabotoar um botão, utilizar um cartão para fazer um pagamento multibanco, são exemplos de ações que temos como garantidas. Há seis anos, Ian Burkhart, teve um acidente nas férias que o deixou tetraplégico. Ian tem 24 anos e passou os últimos muitos meses envolvido num projeto que permitiu que recuperasse alguns dos gestos mais simples da mão e que faziam parte da sua vida. 

Estamos a mostrar pela primeira vez que um tetraplégico é capaz de melhorar a sua função motora e movimentos da mão, diz Ali Rezai, neurocirurgião da Universidade Estadual do Ohio, que espera que um dia” esta tecnologia esteja apoiada num sistema wireless “que ligue os sinais do cérebro e pensamentos ao mundo cá fora para melhorar a qualidade de vida das pessoas com deficiência




Para Burkhart, a participação no projeto foi algo de fantástico. Num dos vídeos, Ian desabafa: Valorizo muito a independência que tinha antes do acidente. Se pudermos ajudar a devolver nem que seja só um bocadinho dessa independência a alguém já será algo extraordinário.



Com a colaboração de Fernanda Delgado


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September 18, 2015

SIMPLIFIQUE quase tudo…



As deficiências correspondem a um desvio relativamente ao que é geralmente aceite como estado biomédico normal (padrão) do corpo e das suas funções. As deficiências podem ser caracterizadas como temporárias ou permanentes, progressivas, regressivas ou estáveis, intermitentes ou contínuas.

Muitas pessoas ficam confusas quando encontram uma pessoa com deficiência. Isso é natural. Aceite a deficiência. Ela existe e você precisa levá-la na sua devida consideração. Não subestime essa possibilidade, nem as dificuldades e vice-versa.


O QUE SE DEVE TER EM ATENÇÃO AO PRESTAR AJUDA A UMA PESSOA COM DEFICIÊNCIA VISUAL


  • Não deve tratar um deficiente visual por “cego” ou “ceguinho”. É uma abordagem pejorativa uma vez que ninguém gosta de ser rotulado.
  • É bom saber que nem sempre as pessoas com deficiência visual precisam de ajuda. Se encontrar alguém que pareça estar em dificuldades, identifique-se, faça-a perceber que você está falando com ela e ofereça ajuda.
  • Nunca ajude sem perguntar como fazê-lo. Se a resposta for positiva, coloque a mão da pessoa no seu cotovelo dobrado. Ela irá acompanhar o movimento do seu corpo enquanto você vai andando.
  • É sempre bom avisar, antecipadamente, sobre a existência de degraus, pisos escorregadios, buracos e outros obstáculos durante o trajeto.
  • Algumas pessoas, sem perceber, falam com um tom de voz mais alto quando conversam com pessoas cegas. A menos que ela tenha, também, uma deficiência auditiva que o justifique, não grite. Fale com um tom de voz normal.
  • Não se deve brincar com um cão-guia uma vez que ele tem a responsabilidade de guiar o seu dono. Não deve ser distraído dessa função.




O QUE SE DEVE TER EM ATENÇÃO AO PRESTAR AJUDA A UMA PESSOA COM DEFICIÊNCIA MOTORA


  • Ao conversar com uma pessoa numa cadeira de rodas, caso seja possível, lembre-se de se sentar para que ambos fiquem ao mesmo nível. 
  • Agarrar ou apoiar-se na cadeira de rodas é como agarrar ou apoiar-se numa pessoa que esteja sentada numa cadeira comum. 
  • Nunca movimente uma cadeira de rodas sem antes pedir permissão e sem saber como o deve fazer adequadamente. 
  • O piso é uma variável fundamental para que uma pessoa que se desloque numa cadeira de rodas não fique numa situação incómoda. Pergunte sempre qual o melhor caminho a seguir sabendo à partida que o piso em calçada é totalmente inapropriado. 
  • Para subir degraus incline a cadeira para trás e movimente-a no sentido ascendente. Mantenha as rodas apoiadas, degrau a degrau. Para descer o processo é inverso. Nesta situação é mais seguro se uma outra pessoa se colocar à frente, de forma a garantir que a descida é feita degrau a degrau, sempre com as rodas apoiadas no chão. 
  • Se souber transmita com clareza qual o grau de acessibilidade do lugar onde o deficiente motor se encontra, nomeadamente indique se existem degraus, rampas, elevadores, instalações sanitárias adequadas, etc.



O QUE SE DEVE TER EM ATENÇÃO AO PRESTAR AJUDA A UMA PESSOA COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA


  • Use um tom de voz normal a não ser que lhe peçam para falar mais alto. Fale de frente para a pessoa e garanta que a sua boca está sempre visível. 
  • Se conhece a linguagem gestual, use-a. Se a pessoa surda tiver dificuldade em entender, avisará. As suas tentativas serão apreciadas e estimuladas. Seja expressivo. 
  • As pessoas surdas não conseguem identificar alterações subtis do seu tom de voz sempre que expressa, por exemplo, sentimentos de alegria, tristeza, sarcasmo ou seriedade. Assim, as expressões faciais, os gestos e o movimento do seu corpo podem ajudar a melhorar a sua comunicação. 
  • Mantenha sempre contacto visual. Tente não desviar o olhar porque pode passar a falsa indicação de que a conversa terminou. 
  • Muitas vezes uma pessoa surda não tem uma boa dicção. Se tiver dificuldade para compreender o que ela está a querer dizer, não se acanhe em pedir para que repita. 
  • Quando a pessoa surda estiver acompanhada de um intérprete, dirija-se à pessoa surda, não ao intérprete.

  

Em todos os casos deve respeitar o ritmo das pessoas com mobilidade condicionada ou com algum tipo de deficiência.





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April 28, 2015

Está na hora de MUDAR


Fica constrangido quando encontra uma pessoa com DEFICIÊNCIA...










Saber conviver com as DIFERENÇAS é uma atitude que só os mais capazes sabem gerir.











Relacionado: INABILIDADE



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