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July 21, 2023

SEATRAC - Noticias Inteligentes

Na Grécia centenas de praias estão ainda mais ACESSIVEIS

 

 
O sistema SEATRAC é um mecanismo de trilho fixo envolvendo uma cadeira operada por controle remoto que pode ser movida para dentro e para fora da água  


Rampas com controle remoto e adaptadas para cadeiras de rodas, estão a permitir que todos aqueles que têm Mobilidade Reduzida consigam aceder ao mar de forma autónoma.


Catarina | Uma Espécie Rara 


 O fundador da SEATRAC, Gerasimos Fessian, mora à beira-mar na Grécia, mas sempre teve problemas para entrar e sair da água devido a problemas de mobilidade. Ele começou a pesquisar soluções potenciais com Ignatios Fotiou, CEO da TOBEA (Thinking Out of the Box Engineering Applications, que desenvolveu o sistema SEATRAC). Eles descobriram que quase não existiam dispositivos para fornecer suporte à beira-mar.




Saiba mais AQUI

Relacionados: Vamos a banhos com a JOB Chair…

 


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May 31, 2023

Festivais de Verão

 


ACESSIBILIDADES

Os Festivais de Verão são eventos que motivam muitos cidadãos com Mobilidade Reduzida a quererem participar e nesse sentido é importante que as Organizações dos diversos festivais criem espaços inclusivos com equipamentos adequados a todos os ‘festivaleiros’, independentemente da sua capacidade motora ou de outra natureza. Contudo ainda hoje, de uma forma geral, as pessoas com mobilidade reduzida e/ou com dificuldades sensoriais não vivem uma experiência equivalente à do público em geral nos festivais.

As condições que requerem atenção para minorar as dificuldades de acesso aos cidadãos com deficiência temporária ou permanente, enquadram-se, essencialmente, em 4 áreas:

  1. o ACESSO
  2. o PISO
  3. os EQUIPAMENTOS
  4. a AJUDA DE TERCEIROS

 


O ACESSO

O acesso ao recinto do festival não pode ter barreiras:

  • devem existir lugares de parqueamento próximo para deficientes, vigiados para impedir abusos;
  • deve existir um lugar específico para recepcionar aqueles que não se deslocam em viatura própria;
  • deve coexistir uma entrada específica para quem tem Mobilidade Reduzida (para impedir atropelos).

 

O PISO

O piso dos locais que possam vir a receber pessoas com Mobilidade Reduzida:

  • não devem ser em pedra nem em terra-batida – devem ser lisos, de preferência em cimento ou madeira regular;
  • não devem ser inclinados;
  • os percursos pedonais devem ter a largura mínima de um metro;
  • o percurso pedonal, em caso de inclinação, não deve ultrapassar os 6%.

 

OS EQUIPAMENTOS

Os equipamentos do festival, desde os lúdicos à restauração, passando pelos que são obrigatórios, desde que não sejam impossíveis de ser acedidos por deficientes, devem ter condições de acessibilidade:

  • a zona da restauração deve ser acessível;
  • a zona de ‘fun’ deve ser acessível;
  • os conteúdos dos materiais de divulgação devem ser acessíveis a pessoas com deficiência visual (por exemplo);
  • devem existir ajudas técnicas para pessoas com dificuldades auditivas (por exemplo);
  • os balcões de atendimento, nomeadamente os de informações, devem ter uma zona/altura acessível;
  • devem existir WC’s adaptados, limpos e vigiados – sanitários sem abertura frontal, no máximo com uma altura de 40cm;
  • deve existir uma área que permita o carregamento das baterias das cadeiras eléctricas;
  • deve existir um Posto Médico;
  • deve existir um palco elevado com visibilidade para o festival;
  • devem existir rampas e ou mecanismos elevatórios em caso de necessidade;
  • ainda que facultativo deve existir um veículo que possa transportar as pessoas com mobilidade mais agravada desde a entrada até à área especifica para deficientes.

 

A AJUDA DE TERCEIROS

Ainda que todo o festival tenha as condições mínimas de acessibilidade, é sempre uma mais-valia a organização prever a possibilidade de ter pessoas da organização empenhadas em ajudar quem mais precisa, nomeadamente, os deficientes:

  • voluntários
  • vigilantes
  • ajudas técnicas
  • um contacto telefónico dedicado para pedir a ajuda de terceiros




A organização deve ser sensível e competente para responder na hora a qualquer carência de um cidadão com deficiência, para que o festival seja uma experiência prazerosa e gratificante para todos. Os festivais de música têm feito “os mínimos olímpicos”, mas tem-se observado uma evolução. Tiago Fortuna, co-fundador da Access Lab, em declarações à Lusa, acredita a curto médio prazo, “haverá algumas boas surpresas”.

 

 

Conheça a Access Lab, uma empresa que trabalha o acesso de pessoas com deficiência e Surdas à cultura e ao entretenimento enquanto direito humano fundamental. Aceda AQUI

 

Relacionados: Rock-in-Rio para todos


  

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June 4, 2022

Finalmente… +1 estação


Cidade Universitária | Inauguração dos elevadores | Metro de Lisboa


A estação da Cidade Universitária serve a Universidade de Lisboa e o Hospital de Santa Maria. Esta estação, de 1988, foi desenhada pelo arquitecto Sanchez Jorge, com obras de arte da pintora Maria Helena Vieira da Silva e painéis de azulejo por Manuel Cargaleiro.

 

Finalmente, estação de Metro da Cidade Universitária passou a ser acessível a todas as pessoas com a instalação de três elevadores, desde maio de 2022. Existe pavimento táctil nos cais de embarque e estão disponíveis anúncios sonoros e visuais. A estação Cidade Universitária do Metropolitano de Lisboa passará a dispor de acessibilidade plena com a instalação dos elevadores e eliminação de barreiras arquitetónicas. O elevador exterior está localizado na Avenida Professor Gama Pinto, em frente à “Cantina Velha” da Universidade de Lisboa. Este elevador permite o acesso ao átrio da estação, onde se efetua a validação do título de transporte. Após a linha de controlo, estão localizados dois elevadores de ligação entre o átrio e cada um dos cais de embarque.

  


Com o contributo de Diogo Martins

Relacionados: O Verdadeiro Mapa do METRO


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October 13, 2020

'os nossos passeios'

Sempre foi comum dizer-se que ‘Tempo é Dinheiro’!?. A sabedoria popular tem a característica de ser oportuna, precisa e pertinente. Com apenas três palavras, este velho ditado popular pretende evidenciar que é necessário rentabilizarmos o nosso tempo. Atualmente, para além do tempo, há a necessidade de rentabilizarmos o nosso espaço. Provavelmente, fará sentido começar a dizer-se que ‘Espaço é Dinheiro’!? ou, se optarmos por um dos mecanismos de gestão mais conhecidos, a fusão, poderíamos reinventar o velho ditado e passar a afirmar que ‘Tempo e Espaço são Dinheiro’!?

* serve esta pequena introdução para vos falar sobre os ‘os nossos passeios’ *


Refiro-me aos passeios que temos em Portugal, aqueles que fazem parte da nossa via pública e que existem em todas as nossas cidades, vilas e aldeias. Carinhosamente, vou batizá-los por ‘os nossos passeios’. Toda este espaço junto, todos esses metros quadrados somados, constituem uma área com uma dimensão a perder de vista, mas que, no essencial, não serve para quase-nada!!? É verdade, quase ninguém os usa porque não foram feitos para serem usados pelas pessoas. Um destes dias estava a ver televisão e a minha atenção despertou para um anuncio que dizia, entre outras coisas, que: ‘podem tirar-me o fado, podem tirar-me a visão, podem tirar-me a calçada, podem até tirar-me a fala, mas não me tirem o azeite…’ Só depois percebi, que não era verdade, de facto ninguém queria remover a velha calçada dos passeios, muito pelo contrário, tratava-se apenas de uma técnica de comunicação que apelava à nostalgia pela positiva.


A tradição da calçada de ‘os nossos passeios é, segundo alguns, mais uma das montras vivas representativas da nossa cultura centenária e que devemos manter, no mínimo, por mais mil anos! Eu penso exactamente o contrário. Eu digo com convicção, que ‘os nossos passeios’ são um contribuinte líquido para o aumento da falta de acessibilidades. Excluem quase tudo e quase todos. Diariamente, nos locais mais diversos, todos nós vemos pessoas a caminhar à beira de ‘os nossos passeios’ ou, dito de outra forma, pela beira da estrada. É verdade, as pessoas escolhem, naturalmente, os caminhos que consideram mais adaptados à sua locomoção. Infelizmente, ‘os nossos passeios’ não têm essa característica fundamental. O problema complica-se ainda mais quando pensamos nos cidadãos com mobilidade reduzida, nos pais com os carrinhos de bebés, nas pessoas mais idosas ou mesmo nas mulheres portuguesas que arrisquem o uso de sapatos de salto alto


Por isso os vemos todos os dias a caminhar na estrada, na direcção dos automobilistas, colocando a sua vida, e a dos outros, em risco. Os deficientes motores que necessitam de se deslocar em cadeiras de rodas, acabam por ser obrigados a converter-se em condutores de ligeiros sem matrícula, muito provavelmente, sem carta para o efeito. Não me lembro de encontrar no código da estrada, normas que contemplem esta evidência. Afinal existem mais duas grandes categorias de veículos para além dos pesados e dos ligeiros, a saber, as cadeiras de rodas com motor e as cadeiras de rodas sem motor!

Mesmo assim, quando os nossos passeios têm a dimensão adequada, coisa rara, acabamos por encontrar de quase tudo a bloqueá-los: árvores, paragens de autocarro, ecopontos, obras, cabines telefónicas, postes de eletricidade, sinais de trânsito, etc. No enquadramento dos nossos compromissos comunitários enquanto país que deve ter em atenção a inclusão de todos os cidadãos europeus, tudo isto parece irreal, mas por aqui ninguém quer saber. Propositadamente, não me referi aos carros estacionados em cima dos passeios. Esse é um problema que depende apenas do nosso civismo ou da falta dele e, somos nós enquanto cidadãos, que o temos de resolver. Contudo, acredito seriamente, que as Policias e as Entidades Fiscalizadoras poderiam ajudar, se é que não há nenhum exagero neste tipo de pedido! Ainda assim, e no meio de tantos obstáculos, acaba por ser a velha e desadequada ‘calçada portuguesa’ o maior dos inimigos. 

Esta calçada em tudo o que são ‘os nossos passeios, é um contratempo desnecessário e dispendioso. Surgiu no século XIX e é ainda amplamente usada no calçamento em quase todas as cidades. Eu diria que é cada vez mais atual, muito embora já estejamos no século XXI. É um piso geralmente desnivelado, que se baseia em pedras de formato irregular, geralmente de calcário e por vezes pontiagudas, intervaladas com buracos de maior ou menor dimensão. Desnivelado porque na grande maioria dos casos nem se dão ao trabalho de nivelar o terreno e, com muitos buracos, porque também não se dão ao trabalho de os compactar devidamente. É, certamente, um piso excelente para algumas modalidades radicais, mas fica muito aquém de oferecer a segurança e o conforto necessários a quem se atreva a pisá-los sem usar equipamento adequado

As cadeiras de rodas só poderiam circular nos  ‘os nossos passeios se os pneus fossem idênticos aos dos tratores uma vez que não existem, ou não conheço, outro tipo de equipamento que seja viável para o efeito. Mas, alguns, são bonitos. Formam padrões decorativos pelo contraste entre as pedras de distintas cores, normalmente, o branco, o preto, o marrom e o vermelho. Bonitos, mas inúteis. Não sou nem tenho de ser contra este tipo de Decoração, apenas considero que devem coexistir alternativas ou então, fazê-lo apenas nas grandes praças e nunca nos passeios. Aí sim, podem fazer-se grandes ‘decorações’ para nos elevar o ego. 

Quem tem responsabilidades sobre o ordenamento/desenvolvimento das cidades e dos seus equipamentos, devia olhar para os outros países da Europa e perceber porque e como é que as pessoas usam, de facto, os passeios. É fácil, até pela televisão se percebe que os passeios na maioria dos países da comunidade não são como ‘os nossos passeios’, são Passeios a sério. As pessoas usam-nos das mais variadas formas: caminhando, de bicicleta, de patins, etc e os que têm mobilidade reduzida não encontram obstáculos. Criamos tantas comissões neste país que, me atrevo a sugerir, que criem a Comissão de Análise para os Passeios do Sec. XXI. O trabalho a desenvolver é simples: basta viajar, olhar com atenção e tirar notas. Temos que repensar os Passeios para evitar os erros cometidos e que continuamos a cometer. Vila Nova de Gaia já o começou a fazer. Qualquer um pode deslocar-se pelo passeio marítimo sem qualquer tipo restrições. Na cidade, a maior parte dos passeios são acessíveis e a sensação é boa.



Não uso o ‘Nunca’ nem o ‘Para Sempre’ mas tenho quase a certeza que, tal como não consigo deslocar-me na minha cadeira de rodas em sítios como o Parque das Nações, a nova Ribeira das Naus ou na nova Marina de Lagos, também já não será no meu tempo de vida que vou usar a maioria de ‘os nossos passeios’.

 

Lamento e sinto falta.


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August 12, 2020

Furnas do Guincho +INCLUSIVO



Para além de tudo o que o Furnas do Guincho oferece e da excelência das pessoas que ali trabalham, é importante relevar o sentido INCLUSIVO que o responsável do restaurante evidencia – o Sr. Alexandre – por ter promovido a alteração do piso dos lugares reservados a pessoas com deficiência que agora são em piso liso. Vai facilitar muito a vida de todos aqueles que visitarem o restaurante e que necessitem de uma cadeira de rodas para se deslocarem.


(...) a simpatia e a inclusão ultrapassaram os 'muros' da zona da restauração 
e chegaram ao estacionamento (...)

ANTES


DEPOIS

Raro em Portugal, que continua a empedrar tudo – como no século XIX – o que são zonas pedonais ou que são espaços para as pessoas usufruírem com conforto e em segurança. Como quase tudo, os estacionamentos são quase sempre em pedra/calçada pura e dura. 

Um exemplo a seguir.


Saiba mais AQUI


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June 15, 2020

Praia 'CANCELADA'


O CONFINAMENTO a que todos estivemos sujeitos nos últimos meses, é há muito tempo sentido pelas pessoas com deficiência motora. Uma das principais causas deste isolamento ’quase permanente’ é a falta de acessibilidades. A Associação Salvador luta diariamente para combater esta realidade que, certamente, é agora melhor entendida por todos.

Os obstáculos, que são diários, existem por todo o lado: no edificado, nos transportes, nos serviços públicos, nos restaurantes, nos hotéis, na via pública, nas praias, etc.

É com indignação que se constata que este ano não existirem praias com a distinção de Praia Acessível em muitas zonas do país, logo a começar, por exemplo, por alguns concelhos do distrito de Lisboa.

A Associação Salvador já manifestou a sua preocupação e nesse sentido apela a todos para assinarem uma petição. Junte-se a este apelo para que as Câmaras Municipais criem as condições necessárias para que época balnear seja o mais inclusiva possível. Pode fazê-lo AQUI.

  
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August 13, 2019

EXCLUÍDOS à mesa!

Muitos restaurantes e/ou zonas de restauração, não têm mesas adequadas para acomodar pessoas com deficiência. Este problema é mais evidente para todos aqueles que usam uma cadeiras de rodas.

Na maior parte dos casos, a mesa não permite que a cadeira de rodas se posicione por baixo do tampo da mesa. A altura não é suficiente e a pessoa com deficiência fica impossibilitada de fazer uma aproximação frontal, o que significa que terá de se posicionar de lado durante a refeição. Noutros casos, quando a altura não é o obstáculo, a aproximação frontal também não é possível porque os pés da mesa o impedem. Em qualquer caso, comer à mesa nestas situações é difícil e desconfortável.

Estes espaços, de usufruto público, têm que cumprir as normas relativas à acessibilidade, mas não o fazem. É estranho que as entidades fiscalizadoras não tivessem detectado esta infração, aquando da emissão do respectivo licenciamento.

Recentemente, o OUTLET STRADA em Odivelas renovou por completo a sua zona de restauração. Surpreendentemente, não existe uma única mesa que permita que uma pessoa que se desloque em cadeira de rodas tenha uma refeição confortável. 
Quem desenhou a solução? 
Quem fiscalizou?

Em muitos casos, a altura, a largura ou os pés da mesa, são um obstáculo

  
Em sentido contrário, a zona de restauração, por exemplo, do Fórum Sintra, é totalmente acessível e as mesas são adequadas a todos os públicos. 

O Forum Sintra tem uma solução simples e inclusiva




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April 5, 2019

Manual de Utilizador TUR4all



O guia para o ajudar a ser um Promotor 
da Acessibilidade! 



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March 1, 2019

TUR4all


O Turismo Acessível é a solução para que o direito ao lazer seja real e efetivo para todas as pessoas. Um destino só é considerado acessível quando o conjunto de ambientes, produtos e serviços na oferta turística, permite que todas as pessoas acedam, usem e usufruam dos mesmos, de uma forma natural, autónoma e segura.



A TUR4all Portugal, está a lançar a sua primeira Newsletter dirigida a todos. Esta publicação digital partilha notícias sobre turismo acessível, eventos e formações, sugestões sobre experiências acessíveis, testemunhos tanto da procura como da oferta turística e muito mais…


Promover o turismo acessível é trabalhar pelo progresso 
e por um futuro melhor para todos.



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Fonte: TUR4all


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September 16, 2018

o “TripAdvisor das Acessibilidades"


Só em quatro meses, “o TripAdvisor das Acessibilidades” quadruplicou as queixas recebidas em 2016

Em apenas quatro meses, a aplicação já tem quase 1500 utilizadores e mais de 1700 avaliações registadas.


Desde o lançamento, em Maio, já foram feitas 290 reclamações oficiais através da aplicação +Acesso Para Todos, da Associação Salvador, agora também conhecida por ser a “TripAdvisor das Acessibilidades", denunciando a falta de acesso a estabelecimentos públicos, privados, transportes e estacionamento para pessoas com mobilidade reduzida. O número obtido nestes quatro meses é quatro vezes superior ao total de queixas registadas durante todo o ano de 2016.

A aplicação gratuita é, no fundo, “o TripAdvisor das Acessibilidades”, considera Joana Gorgueira, gestora de projecto na Associação Salvador. Os utilizadores são convidados a classificar os locais através de quatro parâmetros obrigatórios:
  • acessibilidade da casa-de-banho;
  • livre circulação interna,
  • entrada no edifício;
  • existência ou não de estacionamento reservado.


Agora, qualquer um pode, em qualquer momento, sem recorrer ao livro de reclamações, avançar para a criação de uma reclamação oficial, que a aplicação reencaminha de forma automática para as entidades responsáveis pela fiscalização do cumprimento do Decreto-lei 163/2006 — o Instituto Nacional para a Reabilitação (INR) e as Câmaras Municipais respectivas. Recebem no vosso email o conteúdo das reclamações e a Associação Salvador acompanha o seguimento das queixas, informa os espaços visados pelas denúncias e dá sugestões de como corrigir os problemas.

A aplicação +Acesso Para Todos — disponível para iOS e Android — é uma iniciativa do projecto Portugal Mais Acessível, que venceu o Prémio Solidário 25 Anos SIC, em 2017 e foi ideia de Ricardo Teixeira, um “amigo” da Associação Salvador.



Contribua para que o nosso país seja um país para todos.
Use e Abuse da APP +ACESSO PARA TODOS


Fonte: Público P3



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September 7, 2018

a Reserva!


Em Portugal a maioria dos restaurantes diz ter acesso para pessoas com mobilidade reduzida.

Mas têm mesmo?




(...) MENOS DESCULPAS, MAIS RESPEITO (...)



“Infelizmente são inúmeros os espaços abertos ao público que continuam a abrir diariamente sem qualquer cuidado com a acessibilidade para TODOS (sejam pessoas com cadeira de rodas, sejam os mais idosos, pessoas conjunturalmente com mobilidade reduzida que tenham que recorrer a moletas ou a bengalas, sejam cadeiras de bebés, etc). Todos já tivemos temporariamente uma situação de menor mobilidade. Foi nesse sentido, que participei nesta campanha desde o Briefing com a Havas, à estratégia, até como "ator". Há que fazer algo para mudar as mentalidades. Ajudem-me a partilhar esta mensagem e a chegar ao maior número de pessoas possível, considera Ricardo Teixeira.


Fonte: “A Reserva” é uma das iniciativas do ‘Portugal Mais Acessível’, da Associação Salvador, o projeto vencedor do Prémio Solidário 25 anos SIC, criado pela SIC Esperança.




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March 16, 2018

Disabled Go


“Developed by disabled people 
for disabled people”

Aqui pode encontrar informações detalhadas sobre a acessibilidade de milhares de locais em todo o Reino Unido e na República da Irlanda: lojas, restaurantes, cinemas, teatros, estações ferroviárias, hotéis, universidades, hospitais e muito mais.

Um projeto que foi desenvolvido há já 14 anos e que tem como primeiro objetivo dar a conhecer às pessoas com mobilidade reduzida, quais os locais mais acessíveis sempre que necessitem de viajar e conhecer novos locais. Um bom exemplo de como é possível classificar os lugares em função da sua acessibilidade a pessoas com algum tipo de deficiência.




A ACESSIBILIDADE pode ser definida como a capacidade do meio de proporcionar as condições mínimas necessárias às pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, para a utilização com segurança e autonomia, total ou assistida, dos espaços públicos ou privados.


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