September 18, 2017

Para além do OCEANÁRIO


São de facto as PESSOAS, a sua MOTIVAÇÃO e o seu EMPENHO, que contribuem para que, no ‘final do dia’, muitos problemas sejam resolvidos e muitas pessoas sejam beneficiadas com as soluções encontradas. No final do 'post' voltamos a este tema…

O Parque das Nações, à altura Expo98, abriu portas há cerca de 19 anos, em Lisboa. O projeto deu oportunidade à criação de uma ‘NOVA CIDADE’, onde a arquitetura, nas suas mais variadas expressões, terá tido o seu máximo expoente.… 
Terá sido mesmo assim?

Inúmeros e talentosos arquitetos – pelo que se disse e continua a dizer-se – terão contribuído para que do ponto de vista arquitetónico e urbanístico, o atual Parque das Nações se tornasse num local de excelência, com o intuito de oferecer a todos um espaço de lazer muito especial, único em Portugal.…        
Terá sido mesmo assim?

A questão que desde sempre se colocou, e que ainda hoje é uma questão em aberto, relaciona-se com as CONDIÇÕES DE ACESSIBILIDADE às diversas zonas do Parque. Há ou não há acessibilidade adequadas para que todos os visitantes possam usufruir de todo o espaço circundante sem restrições? A resposta é NÃO, não há. Todos aqueles que têm mobilidade reduzida, circunstancial ou permanente e que, por exemplo, necessitem de uma cadeira de rodas manual para se deslocar, têm, literalmente, que percorrer o ‘CAMINHO DAS PEDRAS’. Um cidadão com esta condição nunca conseguiu circular no Parque das Nações. Dito de uma forma simples, não vai a lado a nenhum. Metaforicamente, é como caminhar sobre pregos. Difícil e doloroso.

Recentemente, o Oceanário de Lisboa, por iniciativa própria, reforçou as acessibilidades e implementou um novo caminho pedonal acessível a todosEsta visão inclusiva só revela a forte motivação em prol da Cidadania desta Instituição, e deve ser um exemplo a seguir por todos aqueles que têm responsabilidades públicas sobre os equipamentos urbanos. A Junta de Freguesia do Parque das Nações que nada tinha feito nestes 19 anos, não colocou entraves e colaborou com esta iniciativa. Espera-se agora, que possa alargar esta solução a todo o Parque, como tem sido reivindicado por muitos desde sempre.

O Oceanário criou um novo percurso pedestre inclusivo que oferece melhores acessibilidades no recinto circundante do equipamento, eliminando as barreiras físicas e promovendo conforto, autonomia e segurança
O caminho acessível liga os dois parques de estacionamento vizinhos – o Parque Doca, na Alameda dos Oceanos, e o Parque Oceanário, na Rua dos Cruzados – à entrada do Oceanário.



Miguel Tiago de Oliveira, Diretor de Operações e Responsabilidade Social da Instituição, afirmou que “É uma prioridade para o Oceanário de Lisboa o empenho contínuo em responder às necessidades dos nossos visitantes. Com mais de uma milhão de visitantes por ano, o aquário é para todos”.


No interior do Oceanário, a circulação dos visitantes respeita as Normas Europeias de Acessibilidade, o percurso da visita tem rampas e elevadores, para facilitar a circulação em cadeira de rodas e a deslocação de carrinhos de bebé. A bilheteira dispõe de atendimento prioritário para grávidas, crianças de colo e outros visitantes que tenham Mobilidade Reduzida. O serviço ao visitante conta ainda com cadeiras de rodas disponíveis para uso durante a experiência da visita e foram renovados os WC’s para garantir o seu uso de forma simples e adequada por parte deste grupo de cidadãos.

Voltando ao início, o Minuto Acessível apurou que foi muito devido ao EMPENHO PESSOAL de Miguel Tiago de Oliveira, à sua Equipe e ao compromisso do atual concessionário privado do equipamento, a Sociedade Francisco Manuel dos Santos, que foi possível garantir a todos a acessibilidade a esta zona do Parque das Nações. 

Só há uma palavra, OBRIGADO.



O Oceanário de Lisboa é um aquário público de referência mundial. O equipamento, que recebe mais de 1 milhão de pessoas por ano, tem como missão, promover o conhecimento dos oceanos, sensibilizando para sua conservação através da alteração de comportamentos



Clique AQUI e faça o download do mapa do novo caminho de acessibilidade.






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September 14, 2017

105cm de ALTURA

Porque é que as soluções devem ser inclusivas?
Porque é que o ‘desenho’ deve ser universal, consequentemente, para todos?


(...) nesta conversa empática, Sinéad Burke, com 105cm de altura, partilha connosco o que é viver num mundo inundado de barreiras invisíveis (...)




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September 4, 2017

S.L.B no ‘Vermelho’

A todos, especialmente aos meus AMIGOS BENFIQUISTAS…

Será que o número de lesões, sejam elas permanentes ou temporárias, físicas ou de outro tipo, justificam o pedido de um dístico para Deficientes ao IMTT?

O Benfica afirma-se como, A nossa organização pretende ser reconhecida, a curto prazo, como uma instituição de referência na área da inovação e responsabilidade social europeia, líder no segmento socio-desportivo, com presença transversal à sociedade portuguesa e sua diáspora, interventiva e com ação de proximidade junto dos públicos em situação de exclusão ou fragilidade social.”


É preciso que os atos estejam alinhados com as intenções. Parquear o autocarro do Benfica num lugar reservado a pessoas com Mobilidade Reduzida, para além de já ser uma contraordenação grave, não se enquadra com o princípio da Responsabilidade Social que Sport Lisboa e Benfica reclama como um dos seus valores institucionais. 

Temos que acreditar que foi um lapso do Sr.Motorista!


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August 21, 2017

Para as PESSOAS

A qualidade, o conforto e a acessibilidade dos pisos pedonais dos nossos centros urbanos são a ViaVerde para que muitos cidadãos com Mobilidade Reduzida tenham a possibilidade de sair à rua.

É possível complementar a velha calçada, na maior parte dos casos muito degradada e desadequada ao Sec.XXI, com pisos que servem todas as pessoas independentemente da sua condição física.

Lisboa percebeu, com algum atraso, aquilo que tem sido feito, por exemplo, no Porto e em Gaia, bem como em algumas outras cidades do interior. 



Infelizmente, Évora é a cidade que mais excluiu as pessoas com Mobilidade Reduzida. É impossível ‘andar’ por Évora caso precise de uma cadeira de rodas para se deslocar.




(…) ALGUNS EXEMPLOS EM COMO É POSSÍVEL (…)

ALVALADE


BENFICA


CAMPO GRANDE


SALDANHA


ALEXANDRE HERCULANO


BAIRROS HISTÓRICOS



(…) CONTUDO, ESQUECERAM-SE DAS ACESSIBILIDADES NO CAIS DO SODRÉ, QUE ESTEVE EM OBRA DURANTE MUITOS MESES (…)



Ainda em Lisboa, também o Parque das Nações ou a Ribeira das Naus, só para mencionar dois locais aprazíveis para se passear com a família e com os amigos, continuam inacessíveis e são 'a nossa Évora cá do sítio'. Ainda ninguém percebeu a necessidade de coexistirem corredores lisos e acessíveis nestas zonas, ‘obras do regime’ que criaram expectativas a todos. Ninguém caminha para novo e o envelhecimento da população é uma realidade.

Ainda há os acessos comprometidos, para referir os mais recentes, ao



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August 15, 2017

Testemunhos incríveis…

Dizem que quase tudo é possível, logo há que tentar o que à partida nos parece impossível.

  • Jesse Billauer - Tetraplégico



  • Pascale Paraplégica





Saiba mais em: 
JESSE BILLAUER
DUCT TAPE SURFING




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August 9, 2017

Um Mercado mais ACESSÍVEL

O Mercado da Ribeira – também conhecido por Mercado 24 de julho – é o principal mercado lisboeta desde 1892. Foi inaugurado com um interior em ferro e uma grande cúpula de inspiração oriental. 

Em 2014 passou a ser gerido pela revista Time Out Lisboa, e acrescentou bancas dedicadas à restauração e comércio. 

Recentemente, passou a ser um espaço mais acessível para todos aqueles quem têm a sua mobilidade condicionada. O acesso que antes era só em pedra, agora tem um acesso pedonal mais inclusivo, em linha com as novas tendências observadas na maioria das cidades europeias.

Acesso ao Mercado da Ribeira, Avenida 24 de julho

É importante continuar a devolver a ‘rua’ aos Peões


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August 2, 2017

Viagem ACESSÍVEL


Viagem Medieval em Santa Maria da Feira promove programa para públicos com necessidades especiais.

No âmbito desta iniciativa que se realiza de hoje a 13 de agosto, no centro histórico de Santa Maria da Feira, a Provedoria Municipal para a Mobilidade, em parceria com a Comissão Executiva da Viagem Medieval, vai levar a efeito um programa de acessibilidades que terá especial enfoque na pessoa com deficiência auditiva, visual e motora.

Haverá visitas guiadas com interpretação em Língua Gestual Portuguesa [LGP], visitas orientadas ao público com deficiência auditiva, visitas orientadas para quem tem Mobilidade Reduzida e visitas orientadas para quem tem deficiência Visual. Deve reservar a sua participação através de uma inscrição prévia, ou ligando para o 918172395 ou através do e-mail comunicacao@cm-feira.pt. O ponto de encontro é na Loja Interativa De Turismo



Conhecer a Viagem Medieval é viver uma experiência cultural diferente. O rigor histórico, dimensão e envolvimento das gentes locais fazem deste evento um produto cultural amplo e abrangente para os vários tipos de públicos. É o maior evento de recriação medieval da Península Hispânica.



Saiba mais AQUI

Com a colaboração de Catarina Emília Oliveira Bento




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