February 20, 2018

João Sobre Rodas

João nasceu com paralisia cerebral. O problema não afectou “nem os movimentos nem os sentidos, mas apenas o equilíbrio” e desde então tem-no acompanhado a cadeira de rodas. É o primeiro YOUTUBER português com paralisia cerebral. No canal “João Sobre Rodas”, com mais de 600 subscritores, o João aborda a temática da acessibilidade.


O João é uma pessoa e o João Sem Rodas é alguém sem filtro, mas “sem desrespeitar ninguém”.


  • O João…


  • Desabafo!



  • E o carro!?


  • Taxis ou a Uber?



Fonte: Público


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February 8, 2018

Mais uma ALTERAÇÃO, uma COMISSÃO, umas EQUIPAS TÉCNICAS e mais um PRAZO…!?



No dia 5 de outubro, entrou em vigor o Decreto-Lei n.º 125/2017, de 4 de outubro, que altera o Decreto-Lei n.º 163/2006, de 8 de agosto, que aprova o regime da acessibilidade aos edifícios e estabelecimentos que recebem público, via pública e edifícios habitacionais. É importante lembrar que no dia 8 de fevereiro de 2017, 10 anos após a entrada em vigor do Decreto-Lei nº163/2006 - que tem por objeto a definição das condições de acessibilidade a satisfazer no projeto e na construção de espaços públicos, equipamentos coletivos e edifícios públicos e habitacionais – era a data limite para que as entidades responsáveis pela desconformidade das edificações e estabelecimentos aí referidos, começassem a ser sancionadas de acordo com o estipulado no mesmo Decreto-Lei.



Mais uma alteração…

O objetivo desta alteração é a de manter o controlo sobre a adaptação dos edifícios, estabelecimentos e equipamentos públicos, de acordo com as normas técnicas de acessibilidade, uma vez que o prazo de 10 anos estipulado para tal, pelo Decreto-Lei n.º 163/2006, terminou a 8 fevereiro de 2017.

Uma das principais alterações introduzidas pelo Decreto-lei n.º 125/2017, de 4 de outubro, é a atribuição ao Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P. (INR) as competências da extinta Direção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais.

Caberá ao INR, I.P. a fiscalização do cumprimento dos deveres impostos às entidades da administração pública central e dos institutos públicos em matéria de acessibilidades, assim como a instauração dos processos de contraordenação no caso de aquelas entidades não cumprirem as normas de acessibilidade.

O que vai mudar?
Atualiza-se a indicação das entidades públicas que promovem a acessibilidade:

  • a missão de promover a acessibilidade nos edifícios e monumentos nacionais que a lei dava à Direção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais passa para o INR, uma vez que essa direção-geral já não existe; 
  • a entidade com poder para fiscalizar e sancionar a violação dos deveres que a lei impõe às entidades da administração local (como os municípios e as freguesias) em matéria de acessibilidade passa a ser a Inspeção-Geral de Finanças; 
  • a entidade que emite pareceres sobre o cumprimento das normas técnicas de acessibilidade em edifícios com especial interesse histórico e arquitetónico passa a ser a Direção-Geral do Património Cultural.



Mais uma Comissão…

Cria-se a Comissão para a Promoção das Acessibilidades que vai avaliar as acessibilidades nas construções e espaços

  • do Estado;
  • das autarquias locais;
  • dos institutos públicos que sejam serviços personalizados ou fundos públicos.



Mais equipas técnicas… e mais um prazo…

Criam-se equipas técnicas em cada ministério para promover a acessibilidade.
Define-se um prazo máximo de seis meses para cada ministério constituir equipas técnicas de promoção da acessibilidade. Estas têm o dever de fazer cumprir as normas técnicas de acessibilidade nas construções de cada ministério. Essas equipas devem informar o INR sobre as suas atividades.

Quando entra em vigor?
Este decreto-lei entra em vigor no dia a seguir à sua publicação ou seja, entrou em vigor no passado dia 5 de outubro de 2017.



o INR, I.P. passa a FISCALIZAR


Consulte o Decreto-Lei em:



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February 4, 2018

EKUI - Alfabetização e Reabilitação Inclusiva


O EKUI é uma linha de material lúdico e didático para uma comunicação sem barreiras e mais inclusiva. Como tal foi pensado para desenvolver a linguagem e comunicação, as capacidades psicomotoras, o pensamento crítico, a inteligência social e emocional, a imaginação e a criatividade.


Equidade

Acesso a bens e serviços de educação e reabilitação

Knowledge

Direito universal à aprendizagem

Universalidade

Uma linguagem universal e acessível a todos

Inclusão

Mudança para um mundo ao qual todos pertençam



“A ideia do EKUI surgiu-me em 2003 quando eu dava aulas de educação especial a alunos com autismo e limitações cognitivas. Na altura percebi que as crianças identificavam com muito mais facilidade as letras do alfabeto português quando eu lhes associava um gesto da língua gestual portuguesa.
Tornou-se claro para mim que faltava um material didático, que permitisse que todas as crianças pudessem aprender e comunicar de forma equitativa, como é direito básico de qualquer cidadão.
Tem sido uma caminhada gratificante: hoje milhares de crianças aprendem a ler com a metodologia EKUI e eu acredito que será apenas o princípio de uma grande mudança. A mudança para um mundo mais inclusivo onde a igualdade começa quando exercemos o nosso direito à comunicação e a uma linguagem universal”, considera Célia Macedo, mentora do projeto.




Saiba mais AQUI


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January 25, 2018

Casa roubada, trancas à porta


O El Corte Inglés, em Lisboa, para garantir que os lugares de estacionamento reservados para as Pessoas com Deficiência são de facto respeitados, decidiu implementar um sistema que passa por trancar os lugares com correntes e disponibilizar um contacto telefónico para que o lugar seja disponibilizado por um segurança. Muitos condutores continuam a não compreender que um cidadão com mobilidade reduzida, particularmente aqueles que usam uma cadeira de rodas, necessitam de um espaço mais amplo para saírem do carro.

Excelente a iniciativa do El Corte Inglés


As coimas para esta infração vão dos 60 aos 300 euros, o condutor perde dois pontos na carta por pontos e pode ficar inibido de conduzir entre 1 e 12 meses. Publicada em Diário da República no dia 7 de julho de 2017, a Lei mudou e entrou em vigor no dia 8 de julho de 2017. Ainda que seja um parque de estacionamento de um Centro Comercial, os condutores têm que cumprir a lei aplicável referente ao Código da Estrada, agora alterado. Se assim não fosse, circular em sentido contrário, não respeitando os sinais de trânsito do parque, por exemplo, poderia ser considerado normal. Seria o caos!



O que falta agora?

Agora seria importante alterar os WCs para Pessoas com Deficiência de forma a facilitar o seu uso. Os equipamentos dos WCs existentes inviabilizam, na maioria dos casos, o seu uso, quer porque os sanitários estão muito altos e são muito estreitos, as barras laterais são complexas e também estão a uma altura elevada, existem barras frontais que dificultam ainda mais o acesso, o lavatório tem barras por baixo impedindo a aproximação de quem está numa cadeira de rodas e, em alguns casos, o secador de mãos é inacessível ou porque está num canto sem acesso ao lado do lavatório ou porque está a uma altura impeditiva.







Os WCs devem ser simples, sem obstáculos. 

Com sanitários sem abertura frontal, no máximo a 40cm do chão e com as barras à altura dos quadris, tendo como referência a posição de sentado, 

Fica um exemplo










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January 18, 2018

Comprometa-se com a Associação Salvador




Ser “Amigo” da Associação Salvador é contribuir com um valor anual a partir de 24€ para a concretização dos seus projetos.


Torne-se AMIGO.


Os "Amigos" da Associação Salvador são uma importante fonte de financiamento regular das atividades que desenvolvem, atividades que têm em vista a inclusão das pessoas com deficiência motora na sociedade.


A contribuição anual poderá ser interrompida a qualquer momento. Para além da recompensa pessoal em colaborar com a causa, pode ainda usufruir de benefícios em produtos e serviços de empresas parceiras da Associação. 



Para se tornar "Amigo" da Associação Salvador basta um clique: ACEDA AQUI.





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January 14, 2018

3.199 Mil Condutores


Mais de 3 mil condutores multados por estacionarem em lugares reservados a pessoas com deficiência.


Números da GNR são relativos apenas ao segundo trimestre de 2017.

Um total de 3.199 condutores foram multados pela GNR por ocuparem lugares reservados a pessoas com deficiência. 

A paragem ou estacionamento nestes lugares destinados a pessoas com Mobilidade Reduzida por qualquer outro condutor é uma "contraordenação grave", recorda a força de segurança.

As coimas para esta infração vão dos 60 aos 300 euros, o condutor perde dois pontos na carta por pontos e pode ficar inibido de conduzir entre 1 e 12 meses.

"O estacionamento nestes locais apenas pode ser feito por quem seja portador do cartão de estacionamento para pessoas com deficiência que pode ser solicitado aos serviços do IMT da sua área da residência", sublinha a GNR.  


Fonte: Renascença 





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January 4, 2018

Comércio + Acessível

NO SEU CENTRO HISTÓRICO, PENAFIEL PROMOVE ADAPTAÇÃO DE COMÉRCIO TRADICIONAL PARA AS PESSOAS COM MOBILIDADE REDUZIDA


A Câmara Municipal de Penafiel vai desenvolver em 2018 o projeto "Comércio + Acessível”, que tem como objetivo incentivar os comerciantes a adaptarem os espaços comerciais do Centro Histórico de Penafiel às pessoas com mobilidade reduzida, temporária ou permanente, de modo a garantir um acolhimento mais inclusivo. A Autarquia vai fornecer toda a mão-de-obra necessária e comparticipar em 90% no custo dos materiais.

Quando se fala em mobilidade reduzida abrange-se um universo considerável de cidadãos, desde as pessoas com algum tipo de deficiência física, dificuldades de movimentação, idosos, grávidas, pessoas com crianças de colo ou que utilizem carrinhos de bebé, entre outros.

“Sempre quis melhorar o mundo e pensei como poderia fazê-lo (…) comecei por escrever tudo numa mesa de café (…) tive a ideia de propor que fossem colocadas rampas amovíveis à entrada dos estabelecimentos comercias (…) rampas a baixo custo (…) percebi que para ter sucesso o melhor era ir ao encontro das pessoas (…) bati porta a porta (…) falei com os comerciantes e durante dias recolhi assinaturas na rua, para avaliar o compromisso dos comerciantes e dos cidadãos (…) quando vi que tinha assinaturas suficientes para dar voz a esta causa, apresentei a ideia aos membros da Câmara Municipal, que desde dai abraçaram o projeto (…) acredito que a sensibilização é muito importante para a mudança e para que mudança seja efetivamente realizada”, considerou Sofia Costa, uma cidadã portadora de deficiência


A promoção da inclusão social através da criação de condições de acessibilidade universal é um desígnio público. Penafiel quer continuar a promover o seu comércio tradicional com projetos inovadores.


Fonte:


Com a colaboração de Sofia Costa


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