(...)
porque numa Cidade, o direito a andar em segurança é possivelmente o primeiro
dos direitos, vamos acelerar a execução do Plano de Acessibilidade Pedonal, com
soluções que permitam circular nos passeios e atravessar ruas em segurança (…)
porque todos, e em particular os mais velhos, têm um direito a não ter medo
de sair à rua e a andar nela com alegria (…) considerou Fernando Medina quando
tomou posse como o Presidente da Câmara Municipal de Lisboa.
“Entre a casa de Nemésia Cunha e Manuel
Rodrigues e a paragem do autocarro, a distância é curta. O caminho, que fazem
todos os dias, é mais fácil para ele, que tem 67 anos, do que para ela, que
conta 81.
No chão da Rua de Campolide, em Lisboa, onde vivem, carreiras
irregulares de pedras com espaçamentos de centímetros vão provocando o balanço
e, às vezes, o tombo. Para contornarem os obstáculos, apoiam-se nas paredes dos
prédios e passam para a berma da estrada. Os cinco minutos necessários para o
trajeto duplicam. "Ainda há pouco tempo caí aqui mesmo e magoei-me",
conta Manuel, apontando para um buraco e para as pedras soltas amontoadas no
passeio. Quando, no fim do ano, a calçada portuguesa tiver sido substituída por
outro tipo de pavimento, Nemésia e Manuel garantem que vão sentir-se mais
seguros” in Expresso, Carolina Reis.
Lisboa está a ‘mudar de carpete’. Os pisos dos passeios que agora
começaram a ser colocados em algumas ruas da cidade são, certamente, uma
mais-valia para todos. Parece que estará a acabar o ‘tabu’ sobre a calçada, o mais típico pavimento português que desde
sempre e sem qualquer critério tem sido usado para a pavimentação de todos os passeios.
Finalmente, em nome da acessibilidade, estes passeios podem estar a chegar ao fim.
Diogo Martins, que simboliza o empenho do trabalho em equipa, e Fernando Medina, o atual Presidente da Câmara Municipal de Lisboa,
que parece querer uma cidade inclusiva
Com o
contributo de uma EQUIPA EMPENHADA e com o compromisso do atual Presidente da
Câmara, é possível considerar, com um otimismo moderado, que em poucos anos a
cidade se torne amiga dos peões e, necessariamente, mais amiga de todas as
pessoas com Mobilidade Reduzida. A inclusão é um valor que deve ser
propagandeado e ativado em tudo o que fazemos. Não é
aceitável que se repitam os erros cometidos pelo anterior Presidente da CML,
António Costa, quando permitiu que se implementasse na Ribeira das Naus um
projeto de arquitetura urbana que exclui quase todos os Portugueses com dificuldades
de locomoção. O piso em PEDRA é e será sempre o inimigo público Nº1.
O
Presidente da Câmara, Fernando Medina, na primeira linha das obras, evidencia o
compromisso com a comunidade e com o Sec.XXI
‘Umas das surpresas mais agradáveis que podemos
encontrar ao nos comprometer totalmente com algum projecto específico é que
surgem forças e oportunidades que não houvéramos imaginado até então’
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